Serra da Mantiqueira - Foto por Juliane Quintanilha Januncio

Unifei trabalha em projeto IoT para o monitoramento de montanhistas e proteção da Serra da Mantiqueira

Para a conservação da Serra da Mantiqueira pesquisadores da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) trabalham em um projeto baseado na Internet das Coisas (IoT) para o monitoramento de montanhistas, proteção e conservação da Serra da Mantiqueira, uma das mais belas cadeias de montanhas do país. O projeto liderado pela professora Daniela Rocha estuda a viabilidade de uso da tecnologia de Rede LoRaWAN para instalação de sensores na região.

A pesquisa será conduzida na Serra Fina, uma seção da Serra da Mantiqueira, muito conhecida por suas trilhas onde também há um projeto para a contagem de pessoas na trilha. Guias experientes irão percorrer a trilha munidos de um rastreador LoRa para identificar as áreas que recebem o sinal de transmissão da Rede LoRaWAN da American Tower.

“Projetamos o rastreador LoRa, iremos colocar na mochila de um guia, e vamos acompanhar o sinal no GPS. Eu acredito que vamos encontrar o sinal da Rede LoRaWAN em grande parte da trilha, e também, espero que a gente tenha a transmissão mais alta do Brasil feita em terra, a 2798 metros”, comentou José Alberto um dos pesquisadores do projeto. Várias empresas têm apoiado o desenvolvimento do protótipo tendo em vista as condições extremas de operação.

Serra da Mantiqueira

Incêndio na Pedra da Mina, em São Paulo — Foto Divulgação – Corpo de Bombeiros

O otimismo do professor tem como base a capacidade de resistência à ruído, o alcance e o baixo consumo da rede LoRa. Nos estudos preliminares o rastreador já alcançou distância entre 20 km e 50 km com visada direta e com baixa perda de pacote. Por essa razão, José Alberto acredita que será possível enviar sinais da Pedra da Mina para a Torre da American Tower localizada na cidade de Queluz (SP).

Protegendo a Serra da Mantiqueira com IoT

A importância de se rastrear o sinal de transmissão da Rede LoRaWAN na Serra da Mantiqueira é justificável por inúmeras razões. Com unidades de conservação e áreas de proteção ambiental o local atrai turistas e montanhistas dispostos a percorrer suas inúmeras trilhas ou aproveitar as belezas naturais.

Mas em 2020, um incêndio de grandes proporções queimou mais de 600 hectares da vegetação local, o equivalente a 460 campos de futebol. O combate às chamas realizado pelos montanhistas, bombeiros de São Paulo, Minas Gerais e militares das forças armadas levou sete dias para ser concluído.

Serra da Mantiqueira

Trilha na Serra Fina -crédito da imagem: Campim Amarelo Montanhismo

A instalação de dispositivos IoT na Mantiqueira pode evitar novas tragédias como esta. Sensores podem identificar e enviar alertas com a localização de incêndios, o que torna mais ágil o trabalho dos bombeiros. Além disso, também será possível monitorar os visitantes que se aventuram em quase 30 km de trilha na Serra Fina e localizar aqueles que estão perdidos.

“Encontrar o sinal de transmissão vai abrir um enorme campo de medição nos parques e reservas nacionais que a gente ainda nem imagina. Poderemos medir, por exemplo, gases, temperatura e umidade em tempo real na Serra Fina”, destacou o professor José Alberto.

O projeto foi registrado e aprovado pelo ICMBio – APA Serra da Mantiqueira e conta com apoio dos guias locais, proprietários de terras do entorno da APA e de universidades parceiras.

A Universidade Federal de Itajubá é parceira do Centro de Referência em Internet das Coisas, INOVAi. Se você é do ecossistema de Itajubá e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT com a tecnologia de Rede Neutra IoT LoRaWAN da American Tower, acesse inovai.org.br para saber mais!

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Com modelo pedagógico disruptivo BandTec capacita profissionais em áreas de tecnologia

A faculdade BandTec Digital School é mais uma integrante da iniciativa IoT Labs como Centro de Referência em Internet das Coisas. A plataforma criada pela American Tower está viabilizando o acesso de tecnologias de Internet das Coisas usando a Rede Neutra IoT LoRaWAN da American Tower para experimentar, interagir, testar e entender as aplicações fim a fim.

Em seus laboratórios são fomentadas diversas iniciativas de Internet das Coisas (IoT), como debates, encontros, palestras e apresentação de produtos e soluções desenvolvidas pelas estudantes e também encontros da comunidade de IoT.

A faculdade foi pensada para ser uma ponte entre o mundo acadêmico e o mercado de trabalho. A instituição foi criada por um grupo de pessoas físicas com uma visão disruptiva sobre como deve ser pautada a formação no ensino superior. Por isso seu modelo acadêmico, batizado de Geração Futura, tem como base três pilares: a simbiose, a liderança pedagógica e a formação socioemocional.

O primeiro pilar, a simbiose, foi pensando para que todos os estudantes pudessem assimilar a experiência acadêmica e profissional simultaneamente. Na BandTec 100% dos estudantes trabalham em áreas de tecnologia a partir do segundo semestre do curso. É a partir da simbiose que os estudantes passam a ter uma experiência real de conexão com o mercado de trabalho.

No segundo pilar, a liderança pedagógica, os professores possuem dedicação exclusiva à instituição, garantindo atenção plena aos alunos. As aulas também são coordenadas de modo que as disciplinas possam ser integradas, com o planejamento em bloco. O terceiro pilar, a formação socioemocional, trabalha as emoções, desenvolvendo resiliência, foco, disciplina, planejamento, trabalho em equipe e comunicação. Este pilar foi desenvolvido para que os estudantes possam aprender a reagir às situações diversas no ambiente de trabalho.

Nesse modelo acadêmico os alunos possuem bolsa de 100% no primeiro semestre e estudam 6h por dia. A partir do segundo semestre, quando inicia o estágio, a carga horária na faculdade passa a diminuir gradativamente ao longo do curso, para que haja maior dedicação ao trabalho. O modelo acadêmico atraiu a parceria de diversas empresas, muitas estão instaladas no prédio, possibilitando que os alunos possam ter contato com este mundo coorporativo e aumentando as oportunidades de conexão.

Entre os parceiros da BandTec estão o Banco Safra, Logicalis, Getnet, Tivit, C6 Bank, Boa Vista e muitos outros. O resultado dessas parcerias e do modelo de ensino vai além da garantia de estágio para todos os alunos. Muitos estudantes são contratados ainda no último ano de curso, sendo que 70% são efetivados pelas empresas onde fazem o estágio. Desde a aquisição da faculdade, em 2016, o índice de desistência caiu de 79% para 10%, um dado muito superior ao de outras universidades.

“O papel da BandTech é de incentivar o desenvolvimento de soluções IoT sobre o ponto de vista da pesquisa acadêmica. Como faculdade, incentivamos isso a luz do nosso papel que é formar profissionais em tecnologia com base em programação”, comentou Rafael Petry, diretor de comunicação e marketing.

Se você é do ecossistema de São Paulo e região, tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise da BandTec, além da tecnologia da Rede Neutra ATC LoRaWAN®, acesse: www.sptech.school.

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Centro de Operações Rio é um inovador hub para cidades inteligentes

A cidade do Rio de Janeiro possui um dos maiores complexos de monitoramento de eventos do mundo. O Centro de Operações Rio (COR) monitora a cidade 24 horas por dia, sete dias por semana com o objetivo de antecipar soluções e minimizar o impacto de ocorrências urgentes na cidade, como fortes chuvas, deslizamentos e acidentes de trânsito. Na sede do COR, 30 órgãos trabalham de maneira integrada. São secretarias municipais, estaduais e concessionárias de serviços públicos.

Este hub de inovação integra a iniciativa IoT Labs, plataforma onde empresas parceiras interagem, testam e entendem fim a fim as aplicações IoT utilizando a Rede Neutra ATC LoRaWAN®. A iniciativa promovida pela American Tower reúne dezenas de empresas parceiras do ecossistema, centros universitários, institutos de P&D e centros de fomento e aceleração de empresas e startups que possuem grande conhecimento em IoT LoRaWAN®.

No moderno prédio de quatro pavimentos trabalham 500 profissionais, em três turnos diários. Eles monitoram dados gerados por cerca de 800 câmeras e por 33 pluviômetros. Este trabalho é realizado na sala de controle, onde uma média de 50 controladores, por turno, pode trabalhar simultaneamente, acompanhando os dados gerados por um poderoso software.

O Geoportal é uma ferramenta com mais de 150 camadas de informação georreferenciadas que permite uma visão integrada e única dos dados fornecidos pelos principais órgãos envolvidos na rotina da cidade. Com a ferramenta, o COR acompanha informações de transporte, trânsito, meteorologia, índice pluviométrico, localização de escolas e hospitais e ocorrências que podem impactar na rotina do cidadão em um mapa inteligente.

Além dos pluviômetros, o COR também tem a disposição um radar meteorológico, instalado no Morro do Sumaré. Com alcance operacional de 140 km de raio, o equipamento monitora o deslocamento dos núcleos de chuva e em quais bairros eles atuam. O COR também mantém uma parceria importante com o aplicativo de trânsito mais usado no mundo. Com o apoio do Waze o Geoportal recebe informações sobre o trânsito em tempo integral. Os alertas que chegam direto do cidadão através do aplicativo torna mais rápida a tomada de decisão para acionamento de ativos e recursos públicos.

As informações mais relevantes para a população são compartilhadas por uma agência de comunicação gerenciada pelo COR. Os dados são disponibilizados nas redes sociais e no website do centro de operações, podendo alcançar mais de 7 milhões de perfis. Cerca de 100 relógios digitais espalhados pela cidade podem levar alertas em tempo real para quase um milhão de pessoas. O carioca também tem à disposição o app COR.Rio, que coloca na palma da mão dos usuários todas as informações citadas, além disso, através do app é possível relatar problemas que afetam a rotina da cidade. Atualmente, são mais de 200 mil usuários.

O COR é mais que um centro de operações. Com profissionais especialistas em infraestrutura de cidades e milhares de dados cooptados para um centro integrado, o COR também opera como um Hub de inovações integrando soluções para transformar o Rio de Janeiro em uma verdadeira cidade inteligente. Empresas de inovação tecnológica encontram no centro total apoio para implementar soluções inteligentes na cidade.

Através do programa Desafio COR, startups são atraídas para operar em parceria com o COR, tendo acesso a dados importantes para aplicação de soluções inteligentes, além da mentoria de especialistas com conhecimento profundo da cidade e seus principais desafios. Com isso, as necessidades de intervenção são solucionadas de maneira mais veloz, evitando burocracias que poderiam atrasar a aplicação do projeto.

“Estamos trabalhando para retomar o protagonismo do Rio de Janeiro no cenário de cidades inteligentes, recuperando algumas iniciativas e investindo em novos indicadores e metas inseridos nos planejamentos estratégicos da cidade e seguindo normas internacionais. O nosso objetivo é ver o Rio ocupando a posição de destaque no cenário nacional e internacional do ranking de cidades inteligentes. Isso impactará diretamente na vida dos cariocas, com melhores serviços e qualidade de vida”, destacou Bruno Ramos, CEO do Centro de Operações Rio.

Se você é do ecossistema do Rio de Janeiro e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Centro de Operações Rios, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse cor.rio para saber mais!

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IBTI trabalha em plataforma Open Source de Internet das Coisas

Segundo dados da Cisco Annual Internet Report de 2020, a expectativa é que a Internet das Coisas (IoT) movimente cerca de US$ 19 trilhões até 2023. A América Latina será responsável por US$ 860 bilhões, enquanto o Brasil consumirá US$ 352 bilhões.

Assim, o mercado nacional de IoT segue crescendo em uma taxa média de 20% ao ano. Aproveitando esse cenário de crescimento constante e seguindo seu objetivo de trazer inovação para o país, o Instituto Brasília de Tecnologia e Inovação – IBTI, está desenvolvendo uma plataforma IoT exclusiva e, principalmente, adaptável a diversos dispositivos.

Criada com o padrão Open Source, para facilitar sua adoção e disseminação, a plataforma possui capacidade de armazenamento escalonável, suportando de uma pequena operação a uma produção empresarial completa o que resulta em um menor custo para o cliente.

Segundo o coordenador do projeto de desenvolvimento da Plataforma IoT do IBTI, Fábio Buiati, o selo de membro oficial LoRa Alliance que o Instituto possui facilita e vai de encontro com essa estratégia de transformar o local em um centro de referência nacional em Internet das Coisas e facilita a expansão da plataforma, “pois os clientes, fabricantes de dispositivos e os provedores de serviços em nuvem podem implementá-la facilmente e, dessa maneira, expandir seus produtos e soluções de IoT.”

A plataforma possibilita o rastreamento de ativos em tempo real ou o acesso a dados de posicionamento de acordo com a data desejada. Ela também é capacitada com um módulo Analytics, que mantém documentada todas as informações captadas, sendo possível visualizá-las de acordo com a preferência do cliente, seja com painéis, gráficos ou relatórios personalizados.

Quando se trata de IoT, a maior preocupação dos consumidores é a segurança e privacidade. Pensando em como solucionar o desafio, a plataforma IoT armazena os dados a partir de clusters distribuídos que garantem a sua integridade e disponibilidade, além de possuir todos os seus serviços protegidos seguindo os padrões de autenticação Auth2.

Para o desenvolvimento e testagem da sua plataforma, o IBTI, que é um dos Centros de Referência em Internet das Coisas parceiros do IoT Labs, utiliza a Infraestrutura de Rede LoRaWAN® da American Tower (ATC). Com o diferencial da tecnologia de rede ATC, o IBTI consegue aumentar a durabilidade da bateria e diminuir os custos de manutenção e operação das negociações envolvendo a sua plataforma IoT.

A INOVAi foi criada graças à parceria da Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI, Prefeitura Municipal, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sindicato das Indústrias de Itajubá, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Itajubá, Associação Comercial e Empresarial de Itajubá, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Itajubá.

O IBTI e a Internet das Coisas

O setor de IoT do IBTI é formado por Doutores, Mestres e Especialistas com ampla experiência em diversas áreas, como Tecnologia da Informação, Computação, Análise de Dados e Engenharia de Hardware e Software. O Instituto desenvolve e fornece dispositivos e sensores de hardware, bem como os adquire de empresas que projetam, para customizar de acordo com a necessidade prévia de clientes.

Conheça alguns diferenciais do Instituto de Ciência e Tecnologia que possibilitaram a criação e a diferenciação da plataforma:

  • Diversidade de dispositivos e sensores cadastrados e funcionando na plataforma, permitindo visualização e rápida implementação de qualquer solução de IoT;
  • Equipe de pesquisadores e desenvolvedores de hardware e software que utilizam a tecnologia mais adequada a necessidade do cliente, variando de soluções baseadas em LoRaWAN® e outras tecnologias de rede;
  • Preenchimento da lacuna entre a IoT e a TI tradicional, configuração e execução de infraestruturas de TI para IoT.

Se você é do ecossistema de Brasília e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do IBTI, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse ibti.org.br para saber mais!

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INOVAi

Com vocação tecnológica a INOVAi se torna Centro de Referência em IoT parceiro do IoT Labs

A Associação Itajubense de Inovação e Empreendedorismo – INOVAi é uma entidade criada pela parceria de instituições públicas e privadas para gerir, de forma colaborativa, ações e atividades de inovação e empreendedorismo na cidade.

Agora, a INOVAi integra a iniciativa IoT Labs como Centro de Referência em Internet das Coisas parceiro da plataforma que está viabilizando o acesso de tecnologias de IoT usando a rede neutra LoRaWAN® da American Tower para experimentar, interagir, testar e entender as aplicações fim a fim.

Sob o guarda-chuva da INOVAi estão 12 instituições e centros de pesquisa nas áreas de: energia, microeletrônica, automação, materiais, produção, metrologia, óptica, mecânica fina e eletrônica. Sendo que entre eles está o maior complexo de inovação nas áreas de eletroeletrônica. A Associação também gerencia incubadoras, mais de 100 startups, o parque tecnológico, coworkings e 10 FabLabs. Dentro do ecossistema estão 20 grupos de pesquisa e mais de 2 mil pesquisadores em mestrado e doutorado.

O Parque Científico-tecnológico de Itajubá é constituído de duas fases. A fase I possui uma área de cerca de 40.000 m², localizada na área do Campus da UNIFEI. Atualmente, a área abriga três centros de pesquisa nas áreas científico-tecnológicas de atuação do Parque, o prédio de uma incubadora (INCIT) que temporariamente funciona no prédio central da UNIFEI e o Núcleo de Educação a Distância. Com perspectiva de expansão, o parque prevê a fase II com construção de três prédios que abrigarão o Edifício Administrativo, Condomínio de Empresas e Centro de Manutenção e Apoio. E também a área do Laboratório Nacional de Astrofísica.

Sobre o seu gerenciamento diversos projetos com foco nas cidades inteligentes estão sendo desenvolvidos, destacando-se soluções de monitoramento de água, energia, segurança e rastreamento. 

Localização Estratégica

Localizada no sul de Minas, aos pés da Serra da Mantiqueira, Itajubá está a menos de 300 km das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O município possui vocação tecnológica com indústrias, startups de inovação, faculdades, uma universidade federal e um parque tecnológico. É também neste campo que se concentra parte da base de emprego e renda da população.

A INOVAi foi criada graças à parceria da Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI, Prefeitura Municipal, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sindicato das Indústrias de Itajubá, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Itajubá, Associação Comercial e Empresarial de Itajubá, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Itajubá.

Se você é do ecossistema de Itajubá e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise da INOVAi, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse inovai.org.br para saber mais!

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Facens

Facens promove formação voltada à economia 4.0

Com formação voltada à economia 4.0 o Centro Universitário Facens, em Sorocaba, integra a iniciativa IoT Labs, promovida pela American Tower. A instituição é mantida pela Associação Cultural de Renovação tecnológica Sorocabana (ACRTS), e oferece à comunidade 14 cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Alimentos, Agronômica, Civil, Elétrica, Mecânica, de Computação, Mecatrônica, Química, de Produção, Tecnólogo em Jogos Digitais, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão de TI e também Banco de Dados.

O Facens está capacitando seus alunos, em graduação e pós-graduação, a desenvolverem um ecossistema de soluções para a Internet das Coisas (IoT) e faz uso da Tecnologia de Rede LoRaWAN® ATC em suas instalações.

“A parceria com a American Tower e com a plataforma IoT Labs ajudou a aprimorar e acelerar a expansão no nosso Smart Campus Facens. Trazendo novos parceiros e soluções que estão sendo integrados no nosso Living Lab, criando um portfólio único de soluções para os processos de transformação digital, seja de uma cidade, indústria, agro, saúde, turismo ou mesmo na educação 4.0”, comentou Roberto S. Netto,  Coordenador de Tecnologia do IP Facens.

A instituição trabalha na promoção e no incentivo de pesquisas, estudos e inovação para aprimorar a tecnologia nacional. Para tanto, o Centro Universitário conta com o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento – IP Facens – credenciado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Com a estrutura, a instituição tem prestado assistência técnica ao comércio e à indústria, com a realização de pesquisas e com a execução de projetos de desenvolvimento em Hardware, Firmware e Software, serviços e capacitação. São mais de 500 parceiros como a Qualcomm, Huawei, Emerson, Flex, ABB, Balluff, JCB, CNH.

O IP Facens é composto por vários centros de pesquisa aplicada e inovação, dentre estes o Smart Campus é um dos grandes diferencias do Centro Universitário. O Living Lab de cidades humanas inteligentes e sustentáveis utiliza o campus acadêmico para implementar estudos reais aplicáveis aos conceitos de Smart Cities. O programa é divido em 9 eixos de atuação, possui atuação multidisciplinar e integração com demais Centros de Inovação para formação de portfólio de soluções para as cidades e complexos de convivência humana, como shoppings centers, condomínios, clubes e outros.

Outro centro de pesquisa que se destaca na Facens é o FabLab, primeiro do tipo no interior do Brasil. O laboratório de fabricação digital pertencente à rede mundial FabLab, criada pelo MIT (EUA) com o objetivo de facilitar a prototipagem de ideias, visando a inovação e invenção. Fazendo parte da rede mundial, a Facens também visa compartilhar o conhecimento, realizando treinamentos, minicursos, palestras e workshops.

Se você é do ecossistema de Sorocaba e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Facens, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse www.facens.br para saber mais!

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P500

P500 oferece formação continuada para profissionais atuarem na economia 4.0

A P500 Soluções Educacionais integra a iniciativa IoT Labs como um dos 11 Centros de Referência em Internet das Coisas (IoT) no país. A empresa possui um programa ambicioso para formação continuada de profissionais capazes de atuar na economia 4.0, o E2D500. Primeiro projeto educacional digital de amplo alcance no Brasil, com a integração de 500 escolas atuando nas áreas de transformação digital.

O programa surge a partir da percepção sobre o mercado educacional no país nos últimos anos. Com a expansão do ensino superior cresce o número de instituições, mas nem sempre há melhorias na qualidade educacional. Por isso o E2D500 trabalha para desenvolver conhecimento especializado para engenheiros, arquitetos, urbanistas, gestores públicos e privados, desenvolvedores e gestores de soluções da área da saúde e de tecnologia da informação (TI).

O E2D500 oferece cursos de capacitação com certificado profissional em novas áreas de conhecimento como: tecnologia BIM, big data, analytics, inteligência artificial (IA), manufatura aditiva, IoT e blockchain. Áreas fundamentais para novos modelos de negócio nas verticais de energia, agro, cidades inteligentes, robótica e health care (na fusão das engenharias e medicina).

A formação é realizada através de cursos online e em plataformas sociais e interativas que formam a Nuvem de Aprendizado, ou popularmente conhecidas PLC (Personal Learning Cloud). A metodologia de ensino especializado permite aos alunos a capacitação técnica necessária para atuar em novos modelos de negócio e desenvolve competências comportamentais, as soft skills.

São mais de 40 polos educacionais distribuídos entre os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Mas a meta é chegar a 500 polos até 2024. O corpo docente é composto por professores com alto nível de qualidade técnica atuando de maneira inovadora para a educação 4.0.

O propósito da E2D500 é melhorar a educação superior brasileira, em especial, os cursos de graduação das áreas de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, Gestão Pública, TI e Medicina, com base em uma estratégia focada em potencializar a formação 4.0 em toda a cadeia educacional, desde o Ensino Médio até a educação continuada, passando pelas respectivas graduações a serem impactadas pelas transformações digitais.

Se você tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte educacional e a expertise da E2D500, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.e2d500.com.br para saber mais!

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