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Somos todos profissionais, independentemente do gênero

Nesta entrevista, Mônica Craveiro mostra os desafios que enfrenta no desenvolvimento de soluções IoT.

Conte-nos um pouco sobre sua área de formação e trajetória profissional. 

Sou bacharela em Sistemas de Informação e Matemática. Minha carreira começou na área de Dados. Trabalhei com Planejamento e MIS e atualmente trabalho com Business Intelligence, além de IoT. Como meu background era Dados, nunca tinha me interessado por tecnologia, até que precisei cursar uma graduação na área técnica. Foi quando conheci a área de Programação e me interessei por ela. Após me formar, procurei me especializar e participei da 1ª turma de Front-End do [des]programe e da turma de FullStack da {reprograma}, também participei da turma de WebFullStack da DigitalHous. A partir daí, comecei a me envolver bastante com Comunidades de TI e, além de participante, também sou palestrante em diversos eventos ligados à Tecnologia, como hackatonsworkshops, palestras, painéis, congressos, conferências, bootcamps etc. Fui também professora voluntária de programação em turmas de desenvolvimento Front e Back-End exclusiva para mulheres e desenvolvi alguns projetos pessoais. Recentemente conheci a área de IoT, por meio da FuseIoT, e estou estudando muito para poder aplicar meus conhecimentos em desenvolvimento e ajudar IoT a crescer.  

Qual sua maior inspiração profissional? 

No meu ainda curto caminho em Tecnologia, conheci muitas pessoas que me inspiram até hoje. Mas acho que a primeira pessoa foi minha professora do [des]programe, Cristina Luz, que praticamente me empurrou quando nem eu acreditava em mim. Vão faltar linhas para citar todas as mulheres maravilhosas que estão na minha vida, ainda me ajudam e me inspiram de alguma forma. Também preciso citar Murilo Silva, que acredita em mim, me incentiva, apoia, ensina e me mostra que sou capaz sim e posso muito mais do que penso, além de me apresentar ao mundo de IoT. Eterna gratidão a todos!  

Quais foram os maiores desafios que você enfrentou ou enfrenta na sua profissão por ser mulher? 

Já enfrentei bastante coisa por ser mulher nessa área, que é em sua maioria masculina. Um grande desafio é sempre ter que provar que é capaz e saber sobre o que está falando, pois sempre colocam em prova sua competência. Aos poucos, vamos provando e mostrando que temos tantas habilidades como qualquer um. 

Como você enxerga o cenário de IoT no Brasil e a atuação da mulher nesse nicho específico? 

IoT é um mercado que está em grande crescimento. Como tudo está no começo, é um grande prazer participar dessa evolução e poder ajudar a construir esse cenário. Justamente por isso que é importante termos diversidade, para que a área cresça e evolua com uma mentalidade mais aberta e assim possa alcançar melhor desenvolvimento. 

Quais conselhos você daria às mulheres que estão começando a trabalhar com tecnologia e IoT?

Não desistam: pode ser difícil, mas somos capazes! Estudem muito, conheçam pessoas, se especializem e pensem no seu foco e objetivos. Não deixem que nada as desviem nem criem barreiras para vocês mesmas. Ocupem seus lugares! 

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