Monitoramento da qualidade do ar interno

Solução COVID-19: Monitoramento da qualidade do ar interno para alunos em sala de aula

Desde o início da pandemia do coronavírus, uma boa ventilação é um fator importante na prevenção da propagação do vírus. O maior contribuinte para aumentar os níveis de dióxido de carbono em um espaço interno é a exalação das pessoas. Níveis mais altos de CO2 em um edifício são um indicador de ventilação insuficiente, o que aumenta o risco de propagação do vírus e causa uma variedade de problemas de saúde. Portanto, o monitoramento em tempo real do nível de CO2 ajuda a decidir se a ventilação está ruim, e para poder manter uma boa qualidade do ar. Para combater o COVID-19, a Milesight oferece uma solução LoRaWAN® de monitoramento da qualidade do ar interno.

Escolas em diferentes estágios educacionais podem enfrentar o mesmo problema de criar um ambiente interno melhor e mais seguro para alunos e professores. A Milesight está confiante ao fornecer certas soluções para enfrentar esses desafios.

Jardim de infância

Os alunos tendem a ter mais mobilidade ao longo do dia e grande parte do dia é passado perto do ou no chão. Os jovens alunos nessas salas de aula também são menos propensos a seguir as regras relativas a máscaras faciais, higiene das mãos e distanciamento físico. Para encorajar comportamentos preventivos, os professores podem aumentar a ventilação na sala de aula.

Primeiro grau

Os alunos das séries iniciais precisam de bastante ar fresco, para que eles possam atingir uma concentração média diária de CO2 durante os horários centrais. O sistema de ventilação controlada está tendo um efeito significativo sobre o desempenho geral dos ambientes destas salas de aula.

Segundo grau

A ventilação recomendada deve ser fornecida para limitar a concentração de dióxido de carbono em todos os espaços de ensino e aprendizagem. Esses ambientes densamente povoados significam que os alunos do ensino secundário estão expostos e ficam vulneráveis aos poluentes do ar muito mais do que quando estão ao ar livre. E o que é mais importante, eles podem sofrer exposição prolongada a altos níveis de CO2 e aumentar o risco de pegar o COVID-19.

Faculdade

A concentração de CO2 é o principal indicador da qualidade do ar interno e as altas concentrações são um sinal revelador de que o ar viciado não está sendo substituído com rapidez suficiente em relação aos níveis de ocupação da sala. O monitoramento da ventilação sempre foi considerado uma dificuldade a ser enfrentada. A solução de monitoramento da qualidade do ar interno LoRaWAN® visa ajudar a melhorar a ventilação da sala de aula e proteger os estudantes universitários desta doença infecciosa.

A solução COVID-19

Monitoramento da qualidade do ar interno

A solução COVID-19 consiste em hardware e software, incluindo end nodes, gateway e plataforma na nuvem:

    1. Coloque um gateway LoRaWAN® UG65 no topo do edifício para configurar uma rede LoRaWAN®, cobrindo toda a escola;
    2. Cloque um sensor de monitoramento de ambiente AM107 em cada sala de aula para detectar o nível de CO2;
    3. Conecte o controlador UC1114 LoRaWAN® com o painel de controle do sistema de ar-condicionado / ventilação para usar a saída de relé para liga-lo e desliga-lo;
    4. A Milesight IoT Cloud oferece monitoramento remoto, alerta e controle automático.

Lista de dispositivos

Cenário da solução COVID-19: controle automático de ar limpo

As concentrações de CO2 acima de 1000 ppm podem causar sensações de desconforto, como fadiga, perda de concentração ou dores de cabeça. Concentrações acima de 750 ppm podem causar rigidez e odores. Para o bem dos alunos e professores, uma vez que o AM107 detectar que as concentrações estão acima de 700 ppm, a Milesight IoT Cloud irá ligar automaticamente o ventilador, e irá desligá-lo após as concentrações caírem para 500 ppm, mantendo a qualidade do ar em condições adequadas e economizando energia.

Cenário da solução: aplicativos extras

O sensor de monitoramento de ambiente AM107 consiste de vários sensores inteligentes que detectam temperatura, umidade, movimento, luz, concentração de CO2, pressão barométrica e TVOC (uma medida da soma de todas as concentrações de compostos orgânicos voláteis existentes em uma amostra de ar). Combinado com o sistema de gatilho inteligente da Milesight IoT Cloud, o UC1114 pode usar o relé de forma inteligente para ligar e desligar equipamentos como lâmpadas, ventiladores e aparelhos de ar-condicionado. Em conclusão, a solução também pode ser usada para o controle inteligente de conforto de ar, iluminação inteligente, monitoramento de ocupação de sala e assim por diante.

Benefícios da solução COVID-19

1. Solução completa: Inclui end nodes, gateways e plataforma na nuvem;

2. Monitoramento, alerta e controle em tempo real: Obtém alerta e auto ventilação para manter boa qualidade do ar interno;

3. Reduz os riscos e melhora a qualidade do ar: Reduz a concentração do vírus, de pólen, de poeira e das concentrações de compostos orgânicos voláteis existentes em uma amostra de ar;

4. Alta capacidade de rede: Um gateway cobre uma área rural de 2 km2 ou uma área urbana de 15 km2 dando suporte a até 2000 sensores.

Fonte: Milesight IoT

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IBTI trabalha em plataforma Open Source de Internet das Coisas

Segundo dados da Cisco Annual Internet Report de 2020, a expectativa é que a Internet das Coisas (IoT) movimente cerca de US$ 19 trilhões até 2023. A América Latina será responsável por US$ 860 bilhões, enquanto o Brasil consumirá US$ 352 bilhões.

Assim, o mercado nacional de IoT segue crescendo em uma taxa média de 20% ao ano. Aproveitando esse cenário de crescimento constante e seguindo seu objetivo de trazer inovação para o país, o Instituto Brasília de Tecnologia e Inovação – IBTI, está desenvolvendo uma plataforma IoT exclusiva e, principalmente, adaptável a diversos dispositivos.

Criada com o padrão Open Source, para facilitar sua adoção e disseminação, a plataforma possui capacidade de armazenamento escalonável, suportando de uma pequena operação a uma produção empresarial completa o que resulta em um menor custo para o cliente.

Segundo o coordenador do projeto de desenvolvimento da Plataforma IoT do IBTI, Fábio Buiati, o selo de membro oficial LoRa Alliance que o Instituto possui facilita e vai de encontro com essa estratégia de transformar o local em um centro de referência nacional em Internet das Coisas e facilita a expansão da plataforma, “pois os clientes, fabricantes de dispositivos e os provedores de serviços em nuvem podem implementá-la facilmente e, dessa maneira, expandir seus produtos e soluções de IoT.”

A plataforma possibilita o rastreamento de ativos em tempo real ou o acesso a dados de posicionamento de acordo com a data desejada. Ela também é capacitada com um módulo Analytics, que mantém documentada todas as informações captadas, sendo possível visualizá-las de acordo com a preferência do cliente, seja com painéis, gráficos ou relatórios personalizados.

Quando se trata de IoT, a maior preocupação dos consumidores é a segurança e privacidade. Pensando em como solucionar o desafio, a plataforma IoT armazena os dados a partir de clusters distribuídos que garantem a sua integridade e disponibilidade, além de possuir todos os seus serviços protegidos seguindo os padrões de autenticação Auth2.

Para o desenvolvimento e testagem da sua plataforma, o IBTI, que é um dos Centros de Referência em Internet das Coisas parceiros do IoT Labs, utiliza a Infraestrutura de Rede LoRaWAN® da American Tower (ATC). Com o diferencial da tecnologia de rede ATC, o IBTI consegue aumentar a durabilidade da bateria e diminuir os custos de manutenção e operação das negociações envolvendo a sua plataforma IoT.

A INOVAi foi criada graças à parceria da Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI, Prefeitura Municipal, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sindicato das Indústrias de Itajubá, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Itajubá, Associação Comercial e Empresarial de Itajubá, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Itajubá.

O IBTI e a Internet das Coisas

O setor de IoT do IBTI é formado por Doutores, Mestres e Especialistas com ampla experiência em diversas áreas, como Tecnologia da Informação, Computação, Análise de Dados e Engenharia de Hardware e Software. O Instituto desenvolve e fornece dispositivos e sensores de hardware, bem como os adquire de empresas que projetam, para customizar de acordo com a necessidade prévia de clientes.

Conheça alguns diferenciais do Instituto de Ciência e Tecnologia que possibilitaram a criação e a diferenciação da plataforma:

  • Diversidade de dispositivos e sensores cadastrados e funcionando na plataforma, permitindo visualização e rápida implementação de qualquer solução de IoT;
  • Equipe de pesquisadores e desenvolvedores de hardware e software que utilizam a tecnologia mais adequada a necessidade do cliente, variando de soluções baseadas em LoRaWAN® e outras tecnologias de rede;
  • Preenchimento da lacuna entre a IoT e a TI tradicional, configuração e execução de infraestruturas de TI para IoT.

Se você é do ecossistema de Brasília e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do IBTI, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse ibti.org.br para saber mais!

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INOVAi

Com vocação tecnológica a INOVAi se torna Centro de Referência em IoT parceiro do IoT Labs

A Associação Itajubense de Inovação e Empreendedorismo – INOVAi é uma entidade criada pela parceria de instituições públicas e privadas para gerir, de forma colaborativa, ações e atividades de inovação e empreendedorismo na cidade.

Agora, a INOVAi integra a iniciativa IoT Labs como Centro de Referência em Internet das Coisas parceiro da plataforma que está viabilizando o acesso de tecnologias de IoT usando a rede neutra LoRaWAN® da American Tower para experimentar, interagir, testar e entender as aplicações fim a fim.

Sob o guarda-chuva da INOVAi estão 12 instituições e centros de pesquisa nas áreas de: energia, microeletrônica, automação, materiais, produção, metrologia, óptica, mecânica fina e eletrônica. Sendo que entre eles está o maior complexo de inovação nas áreas de eletroeletrônica. A Associação também gerencia incubadoras, mais de 100 startups, o parque tecnológico, coworkings e 10 FabLabs. Dentro do ecossistema estão 20 grupos de pesquisa e mais de 2 mil pesquisadores em mestrado e doutorado.

O Parque Científico-tecnológico de Itajubá é constituído de duas fases. A fase I possui uma área de cerca de 40.000 m², localizada na área do Campus da UNIFEI. Atualmente, a área abriga três centros de pesquisa nas áreas científico-tecnológicas de atuação do Parque, o prédio de uma incubadora (INCIT) que temporariamente funciona no prédio central da UNIFEI e o Núcleo de Educação a Distância. Com perspectiva de expansão, o parque prevê a fase II com construção de três prédios que abrigarão o Edifício Administrativo, Condomínio de Empresas e Centro de Manutenção e Apoio. E também a área do Laboratório Nacional de Astrofísica.

Sobre o seu gerenciamento diversos projetos com foco nas cidades inteligentes estão sendo desenvolvidos, destacando-se soluções de monitoramento de água, energia, segurança e rastreamento. 

Localização Estratégica

Localizada no sul de Minas, aos pés da Serra da Mantiqueira, Itajubá está a menos de 300 km das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O município possui vocação tecnológica com indústrias, startups de inovação, faculdades, uma universidade federal e um parque tecnológico. É também neste campo que se concentra parte da base de emprego e renda da população.

A INOVAi foi criada graças à parceria da Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI, Prefeitura Municipal, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sindicato das Indústrias de Itajubá, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Itajubá, Associação Comercial e Empresarial de Itajubá, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Itajubá.

Se você é do ecossistema de Itajubá e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise da INOVAi, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse inovai.org.br para saber mais!

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IoT Labs - Colunistas do Blog - Pedro Balisteri - 1200 x 628

Como criar um rastreador LoRaWAN® com alta imunidade à jammers

Com o advento da Internet das Coisas, um segmento do mercado de eletrônicos e logística ficou ainda mais evidente: o rastreamento. Seja para acompanhar, em tempo real, onde um veículo de passeio se encontra ou para monitorar o transporte de cargas valiosas e muito visadas, o rastreamento é a solução que dá mais tranquilidade, agilidade e previsibilidade perante o trajeto para as empresas envolvidas no referido transporte.

Nesse quesito, o uso da tecnologia LoRaWAN® torna-se uma ótima opção no mercado, sobretudo dentro de áreas urbanas. Isso se deve ao fato de que, em comparação ao uso de rede celular (como é comumente feito), a LoRaWAN® é significativamente mais barata, consome menos energia e, ainda, tem uma grande vantagem de não ser afetada por jammers convencionais, uma vez que utiliza um rádio sub-GHz e de banda estreita.

Este artigo vai mostrar como desenvolver um rastreador simples, utilizando um módulo com ESP32 e GPS, utilizando conectividade LoRaWAN®.

Material necessário

Este projeto requer como hardware somente um módulo TTGO T-Beam, também conhecido no mercado como Módulo WiFi ESP32 com Suporte de Bateria, GPS e LoRa 915MHZ.

Este módulo já dispõe de toda circuitaria necessária para este projeto (e coisas além, como suporte a baterias Li-Ion 18650, por exemplo), não sendo preciso, portanto, nenhum componente adicional para a montagem do projeto deste artigo. Este módulo pode ser visto na figura 1.

Figura 1 - Módulo WiFi ESP32 com Suporte de Bateria, GPS e LoRa 915MHZ
Figura 1 – Módulo WiFi ESP32 com Suporte de Bateria, GPS e LoRa 915MHZ

O que é um rastreador?

Um rastreador é um dispositivo eletrônico capaz de:

  • Obter a localização geográfica (latitude e longitude) via sinal GPS;
  • Enviar, periodicamente, via algum canal de comunicação (Wi-Fi, LoRaWAN®, GPRS etc.), a sua localização geográfica para um servidor remoto ou plataforma IoT;
  • Em alguns casos, pode ainda obter e enviar outros dados, tais como: número de velocidade do rastreador, status de entradas e saídas, temperatura de baús refrigerados, status do botão de pânico etc.

Além disso, outros pontos importantes sobre rastreadores são:

  • A periodicidade do envio de localização para o servidor remoto está atrelada, principalmente, à tarifação das mensagens.
  • Por isso, é comum que o tempo entre os envios consecutivos de dados seja feito a cada dois minutos ou mais. Em casos extremos (cuja tarifação é muito alta ou o número máximo de mensagens / dia é baixo), esse tempo pode chegar a trinta minutos ou mais.

Overview do rastreador a ser desenvolvido

O projeto de um rastreador feito aqui utiliza conectividade LoRaWAN® (em modo ABP) para envio das localizações geográficas e data/hora (obtidas via GPS) para a nuvem. A periodicidade do envio de mensagens é de 1 hora. Como ambiente de desenvolvimento, visando maior facilidade, é usado o Arduino IDE. Para garantir um bom funcionamento e possibilidade de executar tarefas de forma paralela, o software desenvolvido para esse projeto faz uso do FreeRTOS. O ESP32 roda o FreeRTOS de forma nativa (seu SDK utiliza, por default, o FreeRTOS), facilitando o seu uso em projetos envolvendo este hardware.

Abaixo estão descritas as tarefas e suas funcionalidades no projeto:

  • task_leitura_gps: tarefa responsável por obter, de forma periódica (a cada hora), do módulo GPS as localizações geográficas e data/hora. Estes dados são armazenados numa fila, com posições (espaços) suficientes para suportar até 8 horas de rastreamento. O uso de uma fila para armazenar as posições garante que estas fiquem armazenadas de forma segura e que sejam enviadas via LoRaWAN® na exata ordem com que foram inseridas na fila. A ordem de leitura é algo muito importante se você desejar traçar a rota que o rastreador percorreu, funcionalidade bastante comum em sistemas que utilizam localização GPS.
  • task_lorawan: tarefa responsável por gerenciar a conectividade LoRaWAN® e fazer o envio da localização e data/hora para a nuvem via esta conectividade.

Dessa forma, as funcionalidades de obtenção de localização geográfica e gerenciamento de conectividade operam em paralelo, o que maximiza a performance do rastreador.

Nota do autor: o rastreador aqui desenvolvido tem teor de demonstração de uso da conectividade LoRaWAN® para rastreamento, logo não é adequado nem recomendado seu uso comercial da exata forma como é apresentado neste artigo.

Bibliotecas necessárias para o rastreador veicular com ESP32 e FreeRTOS

Conforme dito anteriormente, este projeto é desenvolvido na Arduino IDE. Desta forma, a bibliotecas utilizadas são:

1) MCCI LoRaWAN LMIC Library: Biblioteca para comunicação LoRaWAN® (stack LMIC). Este projeto faz uso da versão 2.3.2 desta biblioteca. Obtenha a versão 2.3.2 desta biblioteca no seu repositório Github oficial (https://github.com/mcci-catena/arduino-lmic) e a instale na Arduino IDE via Sketch > Include Library > Add .zip Library…

Importante: antes de compilar qualquer programa usando essa biblioteca, é preciso configurar o país e banda a ser utilizada, de forma a ser possível comunicar-se com os gateways da ATC. Para isso, deve-se deixar o arquivo lmic_project_config.h (contido dentro na pasta da biblioteca: project_config/lmic_project_config.h) com o conteúdo conforme mostrado abaixo:

// project-specific definitions
//#define CFG_eu868 1
//#define CFG_us915 1
#define CFG_au921 1
//#define CFG_as923 1
// #define LMIC_COUNTRY_CODE LMIC_COUNTRY_CODE_JP
//#define CFG_in866 1
#define CFG_sx1276_radio 1
//#define LMIC_USE_INTERRUPTS

2) TinyGPS++: Biblioteca para comunicação com módulo GPS da placa.

Obtenha esta biblioteca no seu repositório Github oficial (https://github.com/mikalhart/TinyGPSPlus) e a instale na Arduino IDE via Sketch > Include Library > Add .zip Library…

3) AXP20X: Biblioteca para comunicação chip de gerenciamento de energia do módulo, de modo a permitir liberar energia para ligar o módulo GPS da placa. Obtenha esta biblioteca no seu repositório Github oficial (https://github.com/lewisxhe/AXP202X_Library) e a instale na Arduino IDE via Sketch > Include Library > Add .zip Library…

Código-fonte do rastreador veicular com ESP32 e FreeRTOS

Antes de irmos de fato ao código-fonte do projeto, seguem algumas observações importantes:

  1. Leia atentamente os comentários contidos no código-fonte para total compreensão do mesmo.
  2. O tamanho da fila de localizações é automaticamente calculado para suportar 8 horas de localizações gravadas. Esse cálculo é feito em função do tempo entre o envio de localizações geográficas (definido em TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS)
  3. Para mudar o tempo entre o envio de localizações geográficas, altere o valor de TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS no código-fonte. Por default, este valor é de 3600 segundos (uma hora).
  4. Lembre-se que quanto menor o tempo de envio de dados via LoRaWAN®, mais posições a fila de localização terá. Ela é calculada automaticamente para sempre suportar 8 horas de aquisição de localizações. Portanto, tempos entre envios de dados muito curtos podem resultar na geração de uma fila muito grande e, consequentemente, ocupar muita memória RAM do ESP32. Dessa forma, modifique o valor de TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS com sabedoria.
  5. Este projeto faz uso de LoRaWAN® no modo ABP. Neste modo, o dispositivo precisará ter gravado em si as seguintes chaves: network session key e application session key. Ainda, o dispositivo terá que possuir o seu endereço na rede LoRaWAN® (device address). No código-fonte do projeto, estas informações precisam ser preenchidas nas seguintes constantes: NWKSKEY, APPSKEY e DEVADDR. Tais informações são obtidas junto ao seu distribuidor LoRaWAN®, sendo estas informações únicas por dispositivo (logo, não compartilhe com ninguém essas chaves!). Sendo assim, não se esqueça de colocar suas chaves no código, caso contrário não será possível utilizar a conectividade LoRaWAN®.

O código-fonte do projeto pode ser visto abaixo:

/* Projeto: rastreador com placa ESP32 TTGO T-Beam,
* usando conectividade LoRaWAN (ABP) e já configurado
* para usar os gateways da ATC.
* Autor: Pedro Bertoleti
*
* Bibliotecas utlizadas:
* – TinyGPS++: https://github.com/mikalhart/TinyGPSPlus
* – axp20x: https://github.com/lewisxhe/AXP202X_Library
* – MCCI LoRaWAN LMIC Library: https://github.com/mcci-catena/arduino-lmic (versão 2.3.2)
*/

#include <TinyGPS++.h>
#include <axp20x.h>
#include <lmic.h>
#include <SPI.h>
#include <hal/hal.h>
#include <esp_task_wdt.h>

/* Definição – tempo máximo sem alimentar o watchdog */
#define TEMPO_WATCHDOG_SEGUNDOS 60

/* Definições gerais */
/* o módulo GPS da placa está ligado na serial 1 do ESP32 */
#define SERIAL_GPS 1
#define BAUDRATE_SERIAL_GPS 9600
#define GPIO_RX_SERIAL_GPS 34
#define GPIO_TX_SERIAL_GPS 12
#define TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS 3600 //s
#define TEMPO_UM_DIA_DE_TRABALHO 28800 //s (28800s = 8h)
#define TAMANHO_FILA_POSICOES_GPS (28800/TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS)
#define TEMPO_LEITURA_SERIAL_GPS 1000 //ms

/* definições de temporização das tarefas */
#define TICKS_ESPERA_POSICAO_GPS ( TickType_t )1000
#define TICKS_ESPERA_ENVIO_POSICAO_GPS ( TickType_t )10000

/* Baudrate da serial usada para debug (serial monitor) */
#define BAUDRATE_SERIAL_DEBUG 115200

/* Definições – radio LoRa */
#define GANHO_LORA_DBM 20 //dBm
#define RADIO_RESET_PORT 14
#define RADIO_MOSI_PORT 27
#define RADIO_MISO_PORT 19
#define RADIO_SCLK_PORT 5
#define RADIO_NSS_PORT 18
#define RADIO_DIO_0_PORT 26
#define RADIO_DIO_1_PORT 33
#define RADIO_DIO_2_PORT 32

/* Constantes do LoraWAN */
/* – Chaves (network e application keys) */
static const PROGMEM u1_t NWKSKEY[16] = { 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00 }; //coloque aqui sua network session key (obtido no seu distribuidor LoRaWAN)
static const u1_t PROGMEM APPSKEY[16] = { 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00, 0x00 }; //coloque aqui sua application session key (obtido no seu distribuidor LoRaWAN)

/* – Device Address */
static const u4_t DEVADDR = 0x00000000; //coloque aqui o device address do seu dispositivo (obtido no seu distribuidor LoRaWAN)

/* Constantes do rádio LoRa: GPIOs utilizados para comunicação
com rádio SX1276 */
const lmic_pinmap lmic_pins = {
.nss = RADIO_NSS_PORT,
.rxtx = LMIC_UNUSED_PIN,
.rst = RADIO_RESET_PORT,
.dio = {RADIO_DIO_0_PORT, RADIO_DIO_1_PORT, LMIC_UNUSED_PIN}, //dio2 não é utilizado neste hardware (TTGO T-Beam)
};

/* Filas */
/* Fila para armazenar posições GPS */
QueueHandle_t xQueue_GPS;

/* Estrutura de dados de posição */
typedef struct
{
float latitude;
float longitude;
int horas;
int minutos;
int segundos;
}TPosicao_GPS;

#define TAMANHO_DADOS_LORAWAN sizeof(TPosicao_GPS)

/* Demais objetos e variáveis globais */
TinyGPSPlus gps;
HardwareSerial GPS(SERIAL_GPS);
AXP20X_Class axp;
static osjob_t sendjob;

/* Protótipos das funções das tarefas */
void task_leitura_gps( void *pvParameters );
void task_lorawan( void *pvParameters );

/* Protótipos de funções gerais */
void inicializa_lorawan(void);
bool do_send(osjob_t* j);

/*
* Implementações
*/

/* Callbacks para uso com OTAA apenas (por este projeto usar ABP, eles estão vazios) */
void os_getArtEui (u1_t* buf)
{
/* Não utilizado neste projeto */
}

void os_getDevEui (u1_t* buf)
{
/* Não utilizado neste projeto */
}

void os_getDevKey (u1_t* buf)
{
/* Não utilizado neste projeto */
}

/* Callback de evento: todo evento do LoRaAN irá chamar essa
callback, de forma que seja possível saber o status da
comunicação com o gateway LoRaWAN. */
void onEvent (ev_t ev)
{
switch(ev)
{
case EV_SCAN_TIMEOUT:
break;
case EV_BEACON_FOUND:
break;
case EV_BEACON_MISSED:
break;
case EV_BEACON_TRACKED:
break;
case EV_JOINING:
break;
case EV_JOINED:
break;
case EV_JOIN_FAILED:
break;
case EV_REJOIN_FAILED:
break;
case EV_TXCOMPLETE:
/* COntrole do semáforo serial obtido. Printa na serial as informações do evento. */
Serial.println (millis());
Serial.println(F(“EV_TXCOMPLETE (incluindo espera pelas janelas de recepção)”));

/* Verifica se ack foi recebido do gateway */
if (LMIC.txrxFlags & TXRX_ACK)
Serial.println(F(“Ack recebido”));

/* Verifica se foram recebidos dados do gateway */
if (LMIC.dataLen > 0)
{
Serial.println(F(“[DOWNLINK LORAWAN] Recebidos “));
Serial.println(LMIC.dataLen);
Serial.println(F(” bytes (payload) do gateway”));

/* Como houve recepção de dados do gateway, os coloca
em um array para uso futuro. */
uint8_t dados_recebidos = LMIC.frame[LMIC.dataBeg + 0];
Serial.print(F(“Dados recebidos: “));
Serial.write(dados_recebidos);
}

break;

case EV_LOST_TSYNC:
break;
case EV_RESET:
break;
case EV_RXCOMPLETE:
break;
case EV_LINK_DEAD:
break;
case EV_LINK_ALIVE:
break;
case EV_TXSTART:
Serial.println(F(“EV_TXSTART”));
Serial.println (millis());
Serial.println(LMIC.freq);
break;
default:
break;
}
}

/* Função para envio de dados ao gateway LoRaWAN */
bool do_send(osjob_t* j, TPosicao_GPS posicao_gps)
{
bool envio_ok = false;
static uint8_t mydata[TAMANHO_DADOS_LORAWAN];

/* Monta buffer de envio de dados LoRaWAN */
memcpy(mydata, (uint8_t *)&posicao_gps, TAMANHO_DADOS_LORAWAN);

/* Verifica se já há um envio sendo feito.
Em caso positivo, o envio atual é suspenso. */
if (LMIC.opmode & OP_TXRXPEND)
{
Serial.println(F(“OP_TXRXPEND: ha um envio ja pendente, portanto o envio atual nao sera feito”));
envio_ok = false;
}
else
{
/* Aqui, o envio (sem confirmação) é feito. */
/* O pacote LoRaWAN é montado e o coloca na fila de envio. */
LMIC_setTxData2(4, mydata, sizeof(mydata), 0);
Serial.println(“Pacote LoRaWAN na fila de envio.”);
envio_ok = true;
}

return envio_ok;
}

/* Função: inicializa LoRaWAN
* Parametros: nenhum
* Retorno: nenhum
*/
void inicializa_lorawan(void)
{
int b;
uint8_t appskey[sizeof(APPSKEY)];
uint8_t nwkskey[sizeof(NWKSKEY)];

/* Inicializa comunicação SPI com rádio LoRa */
SPI.begin(RADIO_SCLK_PORT, RADIO_MISO_PORT, RADIO_MOSI_PORT);

/* Inicializa stack LoRaWAN */
os_init();
LMIC_reset();

/* Inicializa chaves usadas na comunicação ABP */
memcpy_P(appskey, APPSKEY, sizeof(APPSKEY));
memcpy_P(nwkskey, NWKSKEY, sizeof(NWKSKEY));
LMIC_setSession (0x13, DEVADDR, nwkskey, appskey);

/* Faz inicializações de rádio pertinentes a região do
gateway LoRaWAN (ATC / Everynet Brasil) */
for (b=0; b<8; ++b)
LMIC_disableSubBand(b);

LMIC_enableChannel(0); // 915.2 MHz
LMIC_enableChannel(1); // 915.4 MHz
LMIC_enableChannel(2); // 915.6 MHz
LMIC_enableChannel(3); // 915.8 MHz
LMIC_enableChannel(4); // 916.0 MHz
LMIC_enableChannel(5); // 916.2 MHz
LMIC_enableChannel(6); // 916.4 MHz
LMIC_enableChannel(7); // 916.6 MHz

LMIC_setAdrMode(0);
LMIC_setLinkCheckMode(0);

/* Data rate para janela de recepção RX2 */
LMIC.dn2Dr = DR_SF12CR;

/* Configura data rate de transmissão e ganho do rádio
LoRa (dBm) na transmissão */
LMIC_setDrTxpow(DR_SF12, GANHO_LORA_DBM);
}

void setup()
{
/* Inicializa serial para debug */
Serial.begin(BAUDRATE_SERIAL_DEBUG);

/* Inicializa comunicação I²C com chip gerenciador de energia (AXP192) */
Wire.begin(21, 22);
if (!axp.begin(Wire, AXP192_SLAVE_ADDRESS))
Serial.println(“Sucesso ao inicializar comunicação com chip de energia (AXP192)”);
else
{
Serial.println(“Falha ao inicializar comunicação com chip de energia (AXP192). O ESP32 será reiniciado…”);
delay(2000);
ESP.restart();
}

/* Concifgura PMIC da placa para energiza módulos
GPS e LoRa (SX1276) */
axp.setPowerOutPut(AXP192_LDO2, AXP202_ON);
axp.setPowerOutPut(AXP192_LDO3, AXP202_ON);
axp.setPowerOutPut(AXP192_DCDC1, AXP202_ON);
axp.setPowerOutPut(AXP192_DCDC2, AXP202_ON);
axp.setPowerOutPut(AXP192_DCDC3, AXP202_ON);
axp.setPowerOutPut(AXP192_EXTEN, AXP202_ON);

/* Inicializa serial para comunicar com GPS */
GPS.begin(BAUDRATE_SERIAL_GPS,
SERIAL_8N1,
GPIO_RX_SERIAL_GPS,
GPIO_TX_SERIAL_GPS);

/* Criação das filas */
xQueue_GPS = xQueueCreate(TAMANHO_FILA_POSICOES_GPS, sizeof(TPosicao_GPS));

if (xQueue_GPS == NULL)
{
Serial.println(“Falha ao inicializar filas. O programa nao pode prosseguir. O ESP32 sera reiniciado…”);
delay(2000);
ESP.restart();
}

/* Inicia o Task WDT */
esp_task_wdt_init(TEMPO_WATCHDOG_SEGUNDOS, true);

/* Configuração das tarefas */
xTaskCreate(
task_leitura_gps /* Funcao a qual esta implementado o que a tarefa deve fazer */
, “leitura_gps” /* Nome (para fins de debug, se necessário) */
, 4096 /* Tamanho da stack (em words) reservada para essa tarefa */
, NULL /* Parametros passados (nesse caso, não há) */
, 6 /* Prioridade */
, NULL ); /* Handle da tarefa, opcional (nesse caso, não há) */

xTaskCreate(
task_lorawan
, “lorawan”
, 8192
, NULL
, 5
, NULL );

/* O FreeRTOS está inicializado */
}

void loop()
{
/* todas as funcionalidades são feitas pelas tarefas
task_leitura_gps e task_wifi_mqtt */
}

/*
* Tarefas
*/

/* Esta task é responsável por:
* – Obter a localização (latitude e longitude) do módulo GPS
* – Enviar a localização obtida para outras tasks (usando uma fila)
*/
void task_leitura_gps( void *pvParameters )
{
TPosicao_GPS posicao_gps;
unsigned long timestamp_start = 0;
char str_horario[20] = {0};

/* Habilita o monitoramento do Task WDT nesta tarefa */
esp_task_wdt_add(NULL);

while(1)
{
/* Espera pelo tempo (definido em TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS) entre posições GPS */
esp_task_wdt_reset();
vTaskDelay( (TEMPO_ENTRE_POSICOES_GPS*1000) / portTICK_PERIOD_MS );

/* Faz a leitura de todos os dados do GPS (por alguns milissegundos) */
timestamp_start = millis();
do
{
while (GPS.available())
gps.encode(GPS.read());
esp_task_wdt_reset();
} while ( (millis() – timestamp_start) < TEMPO_LEITURA_SERIAL_GPS);

/* Obtem e envia posição / localização para outras tasks usando uma fila*/
posicao_gps.latitude = gps.location.lat();
posicao_gps.longitude = gps.location.lng();
posicao_gps.horas = gps.time.hour();
posicao_gps.minutos = gps.time.minute();
posicao_gps.segundos = gps.time.second();
xQueueSend(xQueue_GPS, ( void * ) &posicao_gps, TICKS_ESPERA_ENVIO_POSICAO_GPS);

Serial.println(“Localizacao GPS obtida:”);
Serial.print(“* Latitude: “);
Serial.println(posicao_gps.latitude);
Serial.print(“* Longitude: “);
Serial.println(posicao_gps.longitude);
sprintf(str_horario,”%02d:%02d:%02d”, posicao_gps.horas,
posicao_gps.minutos,
posicao_gps.segundos);
Serial.print(“Horario (GMT 0): “);
Serial.println(str_horario);
}
}

/* Esta task é responsável por:
* – Gerenciar conextividade LoRaWAN
* – Enviar, quando houver, as posições GPS da fila para a nuvem
* via LoRaWAN
*/
void task_lorawan( void *pvParameters )
{
TPosicao_GPS posicao_gps_recebida;

inicializa_lorawan();

while(1)
{
/* Se há ao menos uma posição GPS na fila para serem enviadas via LoRaWAN, faz o envio aqui */
if( xQueuePeek( xQueue_GPS, &( posicao_gps_recebida ), TICKS_ESPERA_POSICAO_GPS) == pdTRUE)
{
/* Se o envio for bem sucedido, consome de fato a posição da fila (com o xQueueReceive).
Caso contrário, a posição continua na fila para um envio posterior, uma vez que xQueuePeek
somente le um item da fila e nao o consome */
if ( do_send(&sendjob, posicao_gps_recebida) == true)
{
xQueueReceive( xQueue_GPS, &( posicao_gps_recebida ), TICKS_ESPERA_POSICAO_GPS );
}
}

/* Alimenta o watchdog e aguarda 1ms para reiniciar o ciclo */
esp_task_wdt_reset();
vTaskDelay( 1 / portTICK_PERIOD_MS );
}
}

Conclusão

Neste artigo, você aprendeu como desenvolver um rastreador simples, utilizando como forma de envio de dados à nuvem a conectividade LoRaWAN®. Este projeto pode ser facilmente expandido para o que desejar (leitura de sensores, entradas analógicas e digitais etc.), servindo, portanto, como uma base para muitos projetos de rastreador LoRaWAN® a serem desenvolvidos.

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Facens

Facens promove formação voltada à economia 4.0

Com formação voltada à economia 4.0 o Centro Universitário Facens, em Sorocaba, integra a iniciativa IoT Labs, promovida pela American Tower. A instituição é mantida pela Associação Cultural de Renovação tecnológica Sorocabana (ACRTS), e oferece à comunidade 14 cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Alimentos, Agronômica, Civil, Elétrica, Mecânica, de Computação, Mecatrônica, Química, de Produção, Tecnólogo em Jogos Digitais, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão de TI e também Banco de Dados.

O Facens está capacitando seus alunos, em graduação e pós-graduação, a desenvolverem um ecossistema de soluções para a Internet das Coisas (IoT) e faz uso da Tecnologia de Rede LoRaWAN® ATC em suas instalações.

“A parceria com a American Tower e com a plataforma IoT Labs ajudou a aprimorar e acelerar a expansão no nosso Smart Campus Facens. Trazendo novos parceiros e soluções que estão sendo integrados no nosso Living Lab, criando um portfólio único de soluções para os processos de transformação digital, seja de uma cidade, indústria, agro, saúde, turismo ou mesmo na educação 4.0”, comentou Roberto S. Netto,  Coordenador de Tecnologia do IP Facens.

A instituição trabalha na promoção e no incentivo de pesquisas, estudos e inovação para aprimorar a tecnologia nacional. Para tanto, o Centro Universitário conta com o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento – IP Facens – credenciado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Com a estrutura, a instituição tem prestado assistência técnica ao comércio e à indústria, com a realização de pesquisas e com a execução de projetos de desenvolvimento em Hardware, Firmware e Software, serviços e capacitação. São mais de 500 parceiros como a Qualcomm, Huawei, Emerson, Flex, ABB, Balluff, JCB, CNH.

O IP Facens é composto por vários centros de pesquisa aplicada e inovação, dentre estes o Smart Campus é um dos grandes diferencias do Centro Universitário. O Living Lab de cidades humanas inteligentes e sustentáveis utiliza o campus acadêmico para implementar estudos reais aplicáveis aos conceitos de Smart Cities. O programa é divido em 9 eixos de atuação, possui atuação multidisciplinar e integração com demais Centros de Inovação para formação de portfólio de soluções para as cidades e complexos de convivência humana, como shoppings centers, condomínios, clubes e outros.

Outro centro de pesquisa que se destaca na Facens é o FabLab, primeiro do tipo no interior do Brasil. O laboratório de fabricação digital pertencente à rede mundial FabLab, criada pelo MIT (EUA) com o objetivo de facilitar a prototipagem de ideias, visando a inovação e invenção. Fazendo parte da rede mundial, a Facens também visa compartilhar o conhecimento, realizando treinamentos, minicursos, palestras e workshops.

Se você é do ecossistema de Sorocaba e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Facens, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN®, acesse www.facens.br para saber mais!

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Instituto Mauá de Tecnologia

Instituto Mauá de Tecnologia integra a iniciativa IoT Labs

Com quase 60 anos de história no ensino superior no país, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul, São Paulo, integra a iniciativa IoT Labs, promovida pela American Tower em parceria com a Everynet e a BandTec Digital School, e torna-se um dos 11 centros de referência em Internet das Coisas (IoT). O instituto dedicado ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica possui duas unidades, um Centro Universitário e um Centro de Pesquisa.

Através da parceria com a American Tower, que está promovendo o acesso à sua infraestrutura de rede LoRaWAN, o IMT implementou mais de 100 provas de conceito no Smart Campus. As iniciativas solucionaram problemas reais e trouxeram benefícios operacionais como: o monitoramento do nível de água no reservatório; manutenção preventiva dos aparelhos de ar condicionado, monitoramento do consumo de água, monitoramento de disparo com arma de fogo e muitos outros. Todas estas soluções, testadas e validadas, podem ser implementadas em grande escala por empresas interessadas.

O Instituto Mauá oferece cursos de graduação em Administração, Design, Engenharia de Alimentos, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Engenharia Química. Além de programas de pós-graduação e cursos de extensão.

No Centro Universitário, além dos workshops e das atividades extracurriculares, os alunos são motivados a participar de competições acadêmicas de aeromodelismo, engenharia, automobilismo, pesquisas de inovação, veículos ecológicos, robótica e E-sports. Também são realizados eventos como a Eureka, uma exposição dos trabalhos de conclusão de curso, aberta ao público, para divulgar os projetos para empresas de diversos segmentos.

O Centro de Pesquisa dispõe de uma infraestrutura com mais de 100 laboratórios e instalações-piloto. Nele os alunos podem se dedicar a pesquisas aplicadas e no desenvolvimento de tecnologia para solucionar problemas da indústria com o apoio de profissionais capacitados de diversas áreas em grupos de trabalho multidisciplinar. No Centro de Pesquisa foram desenvolvidos mais de 1500 projetos bem sucedidos para centenas de clientes.

Neste centro são desenvolvidos estudos nas áreas de alimentos; análise sensorial; birô de competitividade da micro e pequena indústria; calibração; design; edificações e equipamentos; eletrônica e telecomunicações; mecânica; metrologia; micro-ondas; mobiliário corporativo; motores e veículos; PLM & manufatura digital; química, tintas e vernizes; e tráfego viário. Isso é possível graças à parceria com centenas de empresas de diversos setores que apoiam o Instituto Mauá de Tecnologia.

Se você é do ecossistema de São Caetano do Sul e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Instituto Mauá de Tecnologia, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse maua.br para saber mais!

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INDT

Manaus possui centro de referência em IoT com infraestrutura de ponta

A Região Norte possui um dos maiores sistemas interdependentes de inovação tecnológica do país e dele faz parte o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT). Seu foco está na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, serviços e soluções tecnológicas inovadoras para promoção e geração de novos negócios em toda região.

O INDT integra a iniciativa IoT Labs promovida pela American Tower em parceria com a Everynet e a BandTec Digital School. Como um dos 11 Centros de Referência em internet das coisas (IoT). O instituto tem trabalhado de forma ampla para a promoção da tecnologia LoRaWAN. Diversos projetos e pesquisas em IoT  estão utilizando a rede. Além disso, também estão sendo realizados workshops para executivos, empresários locais e profissionais da área de tecnologia.

“O INDT tem fomentado o uso da tecnologia LoRaWAN na região Norte através da utilização da infraestrutura de conectividade oferecida pela parceria com American Tower nos projetos de pesquisa com seus clientes de vários segmentos: energia, manufatura avançada, cidades inteligentes, rastreamento de ativos e agronegócio. Além de projetos de P&D para empresas do Polo Industrial de Manaus, o INDT também tem aplicado a tecnologia nas provas de conceito e modelos de negócio que envolvem IoT para as startups integrantes do PPED. Recentemente uma startup do PPED teve sua prova de conceito validada e incorporará a conectividade LoRaWAN no seu produto, que operará em áreas remotas de floresta onde não há cobertura de rede celular”, comenta Sergio Abreu, pesquisador do INDT.

Independente e sem fins lucrativos, o INDT é mantido através de parcerias com a iniciativa privada. O instituto é um dos protagonistas no desenvolvimento do ecossistema local de inovação e mantém parcerias com Universidades, Governo, empresas e outros centros. Entre seus clientes estão a Motorola, Epson, Positivo, TPV, Tellescom e outras.

Com quase 20 anos no mercado, o INDT é um dos poucos centros de pesquisa no país que conta com uma estrutura diversificada de laboratórios, e não é por menos, já que a infraestrutura soma investimentos de mais de R$150 milhões. São laboratórios de confiabilidade, hardware, prototipagem, UX, elétrico, microscopia e telecomunicações. Para atuar na gestão de projetos o instituto conta com um time de profissionais com 118 funcionários altamente qualificados, sendo 14 mestres.

O INDT coordena o Programa Prioritário de Economia Digital (PPED), iniciativa governamental para fortalecer empresas de base tecnológica na Amazônia Ocidental. Nele empreendedores recebem investimentos para o desenvolvimento do negócio, auxílio no desenvolvimento do projeto, validação da solução, suporte de negócios, além de contar com a infraestrutura do instituto. A Microsoft é uma das empresas investidoras que apoia o programa.

Se você é do ecossistema de Manaus e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do INDT, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.indt.org.br para saber mais!

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Instituto Atlântico

Instituto Atlântico é referência em soluções através de plataformas tecnológicas

Na cidade de Fortaleza, capital cearense, está situado um dos principais institutos de ciência e tecnologia da Região Nordeste, o Instituto Atlântico. Fundado pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações e pela Padtec, o Atlântico foi estruturado na forma de uma associação Civil de Direito Privado, sem fins lucrativos, voltada para a promoção da inovação através da Pesquisa e Desenvolvimento em TIC.

Com 19 anos de atuação sua principal competência é prover soluções inovadoras focadas nas reais necessidades de cada cliente através de plataformas tecnológicas e do desenvolvimento de software. A qualidade e eficiência dos produtos de hardware e software são testadas e homologadas em diversas modalidades. O Atlântico conta com recursos incentivados pela Lei de Informática e fundos setoriais como BNDES, FUNTTEL e FINEP. Ao longo desses anos o instituto se orgulha por ter atuado no desenvolvimento de mais de 570 projetos, ter 18 patentes internacionais e mais 9 em andamento. E ainda publicou mais de 60 artigos, possui 3 prêmios FINEP e certificados ISO e Great Place To Work.

Agora, o Instituto Atlântico integra a iniciativa IoT Labs promovido pela American Tower em parceria com a Everynet e a BandTec Digital School, e se torna um dos 13 centros de referência em internet das coisas no país. A plataforma viabiliza o acesso a tecnologias de IoT usando a rede neutra LoRaWAN para experimentar, interagir, testar e entender as aplicações fim a fim.

Com conhecimento em diversas plataformas, o Atlântico atua nas áreas de agronegócio, energia, economia e sociedade digital, indústria 4.0, financeiro e saúde. Não é por menos que entre seus clientes estão grandes empresas como as instituições bancárias Santander e Banco do Nordeste, as gigantes da tecnologia Dell, HP e LG, a companhia global do setor de energia Enel, a mineradora Vale, companhia aérea Avianca, e prefeitura de Fortaleza. Para atender a toda demanda, o Instituto Atlântico conta com mais de 200 profissionais certificados em diversas áreas de especialização.

O Atlântico também está desenvolvendo uma solução inteligente para ajudar os ciclistas de Fortaleza a transitarem na cidade de forma mais segura. O aplicativo Safe2Go informa aos usuários as rotas mais seguras para chegar ao destino selecionado. Com o App é possível evitar áreas com índices de assaltos a ciclistas, escolher rotas iluminadas, ter informações de quais rotas possuem ciclovia, ciclofaixa e acostamento, além de permitir que os usuários acrescentem informações sobre as rotas.

Os testes com o dispositivo foram feitos utilizando a tecnologia de rede LoRaWAN da American Tower, permitindo maior garantia na transmissão dos dados e maior desempenho da bateria. É o que ressalta o Líder da Plataforma de Inovação de Sistemas Cyber-Físicos Victor Praxedes:

“Quando temos dispositivos móveis que precisam de conectividade, a rede da American Tower fornece uma solução ideal para este tipo de recurso. Com capacidade de conexão de milhares de dispositivos IoT (internet das coisas) que necessitam de baixo consumo de bateria”, comentou Praxedes.

Se você é do ecossistema de Fortaleza e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Instituto Atlântico, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.atlantico.com.br para saber mais!

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P500

P500 oferece formação continuada para profissionais atuarem na economia 4.0

A P500 Soluções Educacionais integra a iniciativa IoT Labs como um dos 11 Centros de Referência em Internet das Coisas (IoT) no país. A empresa possui um programa ambicioso para formação continuada de profissionais capazes de atuar na economia 4.0, o E2D500. Primeiro projeto educacional digital de amplo alcance no Brasil, com a integração de 500 escolas atuando nas áreas de transformação digital.

O programa surge a partir da percepção sobre o mercado educacional no país nos últimos anos. Com a expansão do ensino superior cresce o número de instituições, mas nem sempre há melhorias na qualidade educacional. Por isso o E2D500 trabalha para desenvolver conhecimento especializado para engenheiros, arquitetos, urbanistas, gestores públicos e privados, desenvolvedores e gestores de soluções da área da saúde e de tecnologia da informação (TI).

O E2D500 oferece cursos de capacitação com certificado profissional em novas áreas de conhecimento como: tecnologia BIM, big data, analytics, inteligência artificial (IA), manufatura aditiva, IoT e blockchain. Áreas fundamentais para novos modelos de negócio nas verticais de energia, agro, cidades inteligentes, robótica e health care (na fusão das engenharias e medicina).

A formação é realizada através de cursos online e em plataformas sociais e interativas que formam a Nuvem de Aprendizado, ou popularmente conhecidas PLC (Personal Learning Cloud). A metodologia de ensino especializado permite aos alunos a capacitação técnica necessária para atuar em novos modelos de negócio e desenvolve competências comportamentais, as soft skills.

São mais de 40 polos educacionais distribuídos entre os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Mas a meta é chegar a 500 polos até 2024. O corpo docente é composto por professores com alto nível de qualidade técnica atuando de maneira inovadora para a educação 4.0.

O propósito da E2D500 é melhorar a educação superior brasileira, em especial, os cursos de graduação das áreas de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, Gestão Pública, TI e Medicina, com base em uma estratégia focada em potencializar a formação 4.0 em toda a cadeia educacional, desde o Ensino Médio até a educação continuada, passando pelas respectivas graduações a serem impactadas pelas transformações digitais.

Se você tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte educacional e a expertise da E2D500, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.e2d500.com.br para saber mais!

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UFPB

UFPB é uma das referências nos estudos em robótica no país

Com diversas pesquisas na área de tecnologia a Universidade Federal da Paraíba – UFPB se consolida como uma das referências no Nordeste para o desenvolvimento de soluções criativas com base em internet das coisas (IoT). Com laboratórios dedicados para os estudos em sistemas e robótica a universidade avança nas áreas de robótica, sistemas embarcados, otimização, logística e transporte.

As pesquisas são desenvolvidas pelo Centro de Informática, no Laboratório de Engenharia de Sistemas e Robótica, o LaSER. Nele empresas de tecnologia são atendidas com projetos práticos de ponta e formação de recursos humanos. A equipe conta com mais de 50 integrantes entre doutores, estudantes de mestrado e graduação.

Nos estudos em robótica o LaSER possui parcerias com universidades brasileiras e com a Universidade do Porto, Karlsruhe Institute of Technology e Politecnico di Milano. Os pesquisadores contam com um laboratório de 1.000 m² e uma área com cerca de 400 m² para testes com veículo aéreo não tripulado (VANT) em ambientes fechados. O modelo da aeronave foi desenvolvido pelo LaSER, um VANT tipo Asa Fixa.

Os pesquisadores também têm à disposição robôs Turtlebots 2 e quadricópteros. Com os modelos o laboratório tem trabalhado em dois projetos. O primeiro desenvolve um sistema para coordenação multi-robôs baseado em percepção para realização de tarefas domésticas. São desenvolvidas pesquisas na área de localização e percepção cooperativa, controle de formação de redes móveis e comunicação entre robôs.

No segundo projeto os pesquisadores estão trabalhando em um sistema de navegação robusto e eficiente para que drones ou VANTs possam fazer voos autônomos em ambientes confinados, mas parcialmente conhecidos. Em parceria com a NLT Telecom, o LaSER trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de comunicação M2M e IoT. Um dos projetos tenta viabilizar a construção de dispositivos embarcados de baixo custo, capazes de receberem transmissões de sensores e atuadores Wi-Fi e realizarem retransmissões dos dados recebidos através da infraestrutura de rede LoRaWANTM da American Tower.

Os pesquisadores do LaSER concentram seu know-how em robótica para desenvolver soluções baseadas em internet das coisas. Com uma grande equipe atuando nas áreas de pesquisa e suporte físico para a realização de testes de campo, os trabalhos desenvolvidos na universidade atraem o interesse de empresas locais. Segundo o professor Ewerton Salvador, é comum a presença de representantes empresariais do setor de tecnologia nas apresentações dos projetos desenvolvidos na academia.

No Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR) da UFPB, pesquisadores conduzem projetos para as cidades inteligentes, como dispositivos de baixo custo para monitorar as chuvas. Os dados podem auxiliar os governos a enviarem alertas para a população quando há risco de desastres. Outro projeto trabalha com sensores para monitorar o nível de poluição no ar. Suporte à comunicação da rede LoRaWANTM da American Tower está sendo adicionado aos dispositivos para tornar a coleta de dados mais eficiente.

Em relação à iniciativa IoT Labs, Salvador ressalta a importância de ter a disposição a robusta infraestrutura de rede da American Tower.

“A parceria tira da universidade a necessidade de comprar ou construir uma rede capaz de oferecer comunicação sem fio para dispositivos conectáveis. A partir do momento que não precisamos nos preocupar com a infraestrutura, conseguimos nos concentrar apenas na criação dos dispositivos, tornando a pesquisa mais viável. O IoT Labs contribui para criar um ambiente de troca de experiência, que aquece o mercado de IoT”, comentou o professor Ewerton Salvador.

Se você é do ecossistema da Paraíba e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise da UFPB, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.ufpb.br para saber mais!

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