Instituto Mauá de Tecnologia

Instituto Mauá de Tecnologia integra a iniciativa IoT Labs

Com quase 60 anos de história no ensino superior no país, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul, São Paulo, integra a iniciativa IoT Labs, promovida pela American Tower em parceria com a Everynet e a BandTec Digital School, e torna-se um dos 11 centros de referência em Internet das Coisas (IoT). O instituto dedicado ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica possui duas unidades, um Centro Universitário e um Centro de Pesquisa.

Através da parceria com a American Tower, que está promovendo o acesso à sua infraestrutura de rede LoRaWAN, o IMT implementou mais de 100 provas de conceito no Smart Campus. As iniciativas solucionaram problemas reais e trouxeram benefícios operacionais como: o monitoramento do nível de água no reservatório; manutenção preventiva dos aparelhos de ar condicionado, monitoramento do consumo de água, monitoramento de disparo com arma de fogo e muitos outros. Todas estas soluções, testadas e validadas, podem ser implementadas em grande escala por empresas interessadas.

O Instituto Mauá oferece cursos de graduação em Administração, Design, Engenharia de Alimentos, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Engenharia Química. Além de programas de pós-graduação e cursos de extensão.

No Centro Universitário, além dos workshops e das atividades extracurriculares, os alunos são motivados a participar de competições acadêmicas de aeromodelismo, engenharia, automobilismo, pesquisas de inovação, veículos ecológicos, robótica e E-sports. Também são realizados eventos como a Eureka, uma exposição dos trabalhos de conclusão de curso, aberta ao público, para divulgar os projetos para empresas de diversos segmentos.

O Centro de Pesquisa dispõe de uma infraestrutura com mais de 100 laboratórios e instalações-piloto. Nele os alunos podem se dedicar a pesquisas aplicadas e no desenvolvimento de tecnologia para solucionar problemas da indústria com o apoio de profissionais capacitados de diversas áreas em grupos de trabalho multidisciplinar. No Centro de Pesquisa foram desenvolvidos mais de 1500 projetos bem sucedidos para centenas de clientes.

Neste centro são desenvolvidos estudos nas áreas de alimentos; análise sensorial; birô de competitividade da micro e pequena indústria; calibração; design; edificações e equipamentos; eletrônica e telecomunicações; mecânica; metrologia; micro-ondas; mobiliário corporativo; motores e veículos; PLM & manufatura digital; química, tintas e vernizes; e tráfego viário. Isso é possível graças à parceria com centenas de empresas de diversos setores que apoiam o Instituto Mauá de Tecnologia.

Se você é do ecossistema de São Caetano do Sul e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Instituto Mauá de Tecnologia, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse maua.br para saber mais!

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INDT

Manaus possui centro de referência em IoT com infraestrutura de ponta

A Região Norte possui um dos maiores sistemas interdependentes de inovação tecnológica do país e dele faz parte o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT). Seu foco está na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, serviços e soluções tecnológicas inovadoras para promoção e geração de novos negócios em toda região.

O INDT integra a iniciativa IoT Labs promovida pela American Tower em parceria com a Everynet e a BandTec Digital School. Como um dos 11 Centros de Referência em internet das coisas (IoT). O instituto tem trabalhado de forma ampla para a promoção da tecnologia LoRaWAN. Diversos projetos e pesquisas em IoT  estão utilizando a rede. Além disso, também estão sendo realizados workshops para executivos, empresários locais e profissionais da área de tecnologia.

“O INDT tem fomentado o uso da tecnologia LoRaWAN na região Norte através da utilização da infraestrutura de conectividade oferecida pela parceria com American Tower nos projetos de pesquisa com seus clientes de vários segmentos: energia, manufatura avançada, cidades inteligentes, rastreamento de ativos e agronegócio. Além de projetos de P&D para empresas do Polo Industrial de Manaus, o INDT também tem aplicado a tecnologia nas provas de conceito e modelos de negócio que envolvem IoT para as startups integrantes do PPED. Recentemente uma startup do PPED teve sua prova de conceito validada e incorporará a conectividade LoRaWAN no seu produto, que operará em áreas remotas de floresta onde não há cobertura de rede celular”, comenta Sergio Abreu, pesquisador do INDT.

Independente e sem fins lucrativos, o INDT é mantido através de parcerias com a iniciativa privada. O instituto é um dos protagonistas no desenvolvimento do ecossistema local de inovação e mantém parcerias com Universidades, Governo, empresas e outros centros. Entre seus clientes estão a Motorola, Epson, Positivo, TPV, Tellescom e outras.

Com quase 20 anos no mercado, o INDT é um dos poucos centros de pesquisa no país que conta com uma estrutura diversificada de laboratórios, e não é por menos, já que a infraestrutura soma investimentos de mais de R$150 milhões. São laboratórios de confiabilidade, hardware, prototipagem, UX, elétrico, microscopia e telecomunicações. Para atuar na gestão de projetos o instituto conta com um time de profissionais com 118 funcionários altamente qualificados, sendo 14 mestres.

O INDT coordena o Programa Prioritário de Economia Digital (PPED), iniciativa governamental para fortalecer empresas de base tecnológica na Amazônia Ocidental. Nele empreendedores recebem investimentos para o desenvolvimento do negócio, auxílio no desenvolvimento do projeto, validação da solução, suporte de negócios, além de contar com a infraestrutura do instituto. A Microsoft é uma das empresas investidoras que apoia o programa.

Se você é do ecossistema de Manaus e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do INDT, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.indt.org.br para saber mais!

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Instituto Atlântico

Instituto Atlântico é referência em soluções através de plataformas tecnológicas

Na cidade de Fortaleza, capital cearense, está situado um dos principais institutos de ciência e tecnologia da Região Nordeste, o Instituto Atlântico. Fundado pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações e pela Padtec, o Atlântico foi estruturado na forma de uma associação Civil de Direito Privado, sem fins lucrativos, voltada para a promoção da inovação através da Pesquisa e Desenvolvimento em TIC.

Com 19 anos de atuação sua principal competência é prover soluções inovadoras focadas nas reais necessidades de cada cliente através de plataformas tecnológicas e do desenvolvimento de software. A qualidade e eficiência dos produtos de hardware e software são testadas e homologadas em diversas modalidades. O Atlântico conta com recursos incentivados pela Lei de Informática e fundos setoriais como BNDES, FUNTTEL e FINEP. Ao longo desses anos o instituto se orgulha por ter atuado no desenvolvimento de mais de 570 projetos, ter 18 patentes internacionais e mais 9 em andamento. E ainda publicou mais de 60 artigos, possui 3 prêmios FINEP e certificados ISO e Great Place To Work.

Agora, o Instituto Atlântico integra a iniciativa IoT Labs promovido pela American Tower em parceria com a Everynet e a BandTec Digital School, e se torna um dos 11 centros de referência em internet das coisas no país. A plataforma viabiliza o acesso a tecnologias de IoT usando a rede neutra LoRaWAN para experimentar, interagir, testar e entender as aplicações fim a fim.

Com conhecimento em diversas plataformas, o Atlântico atua nas áreas de agronegócio, energia, economia e sociedade digital, indústria 4.0, financeiro e saúde. Não é por menos que entre seus clientes estão grandes empresas como as instituições bancárias Santander e Banco do Nordeste, as gigantes da tecnologia Dell, HP e LG, a companhia global do setor de energia Enel, a mineradora Vale, companhia aérea Avianca, e prefeitura de Fortaleza. Para atender a toda demanda, o Instituto Atlântico conta com mais de 200 profissionais certificados em diversas áreas de especialização.

O Atlântico também está desenvolvendo uma solução inteligente para ajudar os ciclistas de Fortaleza a transitarem na cidade de forma mais segura. O aplicativo Safe2Go informa aos usuários as rotas mais seguras para chegar ao destino selecionado. Com o App é possível evitar áreas com índices de assaltos a ciclistas, escolher rotas iluminadas, ter informações de quais rotas possuem ciclovia, ciclofaixa e acostamento, além de permitir que os usuários acrescentem informações sobre as rotas.

Os testes com o dispositivo foram feitos utilizando a tecnologia de rede LoRaWAN da American Tower, permitindo maior garantia na transmissão dos dados e maior desempenho da bateria. É o que ressalta o Líder da Plataforma de Inovação de Sistemas Cyber-Físicos Victor Praxedes:

“Quando temos dispositivos móveis que precisam de conectividade, a rede da American Tower fornece uma solução ideal para este tipo de recurso. Com capacidade de conexão de milhares de dispositivos IoT (internet das coisas) que necessitam de baixo consumo de bateria”, comentou Praxedes.

Se você é do ecossistema de Fortaleza e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do Instituto Atlântico, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.atlantico.com.br para saber mais!

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P500

P500 oferece formação continuada para profissionais atuarem na economia 4.0

A P500 Soluções Educacionais integra a iniciativa IoT Labs como um dos 11 Centros de Referência em Internet das Coisas (IoT) no país. A empresa possui um programa ambicioso para formação continuada de profissionais capazes de atuar na economia 4.0, o E2D500. Primeiro projeto educacional digital de amplo alcance no Brasil, com a integração de 500 escolas atuando nas áreas de transformação digital.

O programa surge a partir da percepção sobre o mercado educacional no país nos últimos anos. Com a expansão do ensino superior cresce o número de instituições, mas nem sempre há melhorias na qualidade educacional. Por isso o E2D500 trabalha para desenvolver conhecimento especializado para engenheiros, arquitetos, urbanistas, gestores públicos e privados, desenvolvedores e gestores de soluções da área da saúde e de tecnologia da informação (TI).

O E2D500 oferece cursos de capacitação com certificado profissional em novas áreas de conhecimento como: tecnologia BIM, big data, analytics, inteligência artificial (IA), manufatura aditiva, IoT e blockchain. Áreas fundamentais para novos modelos de negócio nas verticais de energia, agro, cidades inteligentes, robótica e health care (na fusão das engenharias e medicina).

A formação é realizada através de cursos online e em plataformas sociais e interativas que formam a Nuvem de Aprendizado, ou popularmente conhecidas PLC (Personal Learning Cloud). A metodologia de ensino especializado permite aos alunos a capacitação técnica necessária para atuar em novos modelos de negócio e desenvolve competências comportamentais, as soft skills.

São mais de 40 polos educacionais distribuídos entre os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Mas a meta é chegar a 500 polos até 2024. O corpo docente é composto por professores com alto nível de qualidade técnica atuando de maneira inovadora para a educação 4.0.

O propósito da E2D500 é melhorar a educação superior brasileira, em especial, os cursos de graduação das áreas de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, Gestão Pública, TI e Medicina, com base em uma estratégia focada em potencializar a formação 4.0 em toda a cadeia educacional, desde o Ensino Médio até a educação continuada, passando pelas respectivas graduações a serem impactadas pelas transformações digitais.

Se você tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte educacional e a expertise da E2D500, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.e2d500.com.br para saber mais!

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Instituto Mauá de Tecnologia

UFPB é uma das referências nos estudo em robótica no país

Com diversas pesquisas na área de tecnologia a Universidade Federal da Paraíba – UFPB se consolida como uma das referências no Nordeste para o desenvolvimento de soluções criativas com base em internet das coisas (IoT). Com laboratórios dedicados para os estudos em sistemas e robótica a universidade avança nas áreas de robótica, sistemas embarcados, otimização, logística e transporte.

As pesquisas são desenvolvidas pelo Centro de Informática, no Laboratório de Engenharia de Sistemas e Robótica, o LaSER. Nele empresas de tecnologia são atendidas com projetos práticos de ponta e formação de recursos humanos. A equipe conta com mais de 50 integrantes entre doutores, estudantes de mestrado e graduação.

Nos estudos em robótica o LaSER possui parcerias com universidades brasileiras e com a Universidade do Porto, Karlsruhe Institute of Technology e Politecnico di Milano. Os pesquisadores contam com um laboratório de 1.000 m² e uma área com cerca de 400 m² para testes com veículo aéreo não tripulado (VANT) em ambientes fechados. O modelo da aeronave foi desenvolvido pelo LaSER, um VANT tipo Asa Fixa.

Os pesquisadores também têm à disposição robôs Turtlebots 2 e quadricópteros. Com os modelos o laboratório tem trabalhado em dois projetos. O primeiro desenvolve um sistema para coordenação multi-robôs baseado em percepção para realização de tarefas domésticas. São desenvolvidas pesquisas na área de localização e percepção cooperativa, controle de formação de redes móveis e comunicação entre robôs.

No segundo projeto os pesquisadores estão trabalhando em um sistema de navegação robusto e eficiente para que drones ou VANTs possam fazer voos autônomos em ambientes confinados, mas parcialmente conhecidos. Em parceria com a NLT Telecom, o LaSER trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de comunicação M2M e IoT. Um dos projetos tenta viabilizar a construção de dispositivos embarcados de baixo custo, capazes de receberem transmissões de sensores e atuadores Wi-Fi e realizarem retransmissões dos dados recebidos através da infraestrutura de rede LoRaWANTM da American Tower.

Os pesquisadores do LaSER concentram seu know-how em robótica para desenvolver soluções baseadas em internet das coisas. Com uma grande equipe atuando nas áreas de pesquisa e suporte físico para a realização de testes de campo, os trabalhos desenvolvidos na universidade atraem o interesse de empresas locais. Segundo o professor Ewerton Salvador, é comum a presença de representantes empresariais do setor de tecnologia nas apresentações dos projetos desenvolvidos na academia.

No Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR) da UFPB, pesquisadores conduzem projetos para as cidades inteligentes, como dispositivos de baixo custo para monitorar as chuvas. Os dados podem auxiliar os governos a enviarem alertas para a população quando há risco de desastres. Outro projeto trabalha com sensores para monitorar o nível de poluição no ar. Suporte à comunicação da rede LoRaWANTM da American Tower está sendo adicionado aos dispositivos para tornar a coleta de dados mais eficiente.

Em relação à iniciativa IoT Labs, Salvador ressalta a importância de ter a disposição a robusta infraestrutura de rede da American Tower.

“A parceria tira da universidade a necessidade de comprar ou construir uma rede capaz de oferecer comunicação sem fio para dispositivos conectáveis. A partir do momento que não precisamos nos preocupar com a infraestrutura, conseguimos nos concentrar apenas na criação dos dispositivos, tornando a pesquisa mais viável. O IoT Labs contribui para criar um ambiente de troca de experiência, que aquece o mercado de IoT”, comentou o professor Ewerton Salvador.

Se você é do ecossistema da Paraíba e região, e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise da UFPB, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.ufpb.br para saber mais!

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PUC-Rio

PUC-Rio é referência em projetos e pesquisas na área de telecomunicações

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, popularmente conhecido como PUC-Rio, soma esforços a iniciativa IoT Labs, como um dos 11 Centros de Referência em Internet das Coisas (IoT). Através do Centro de Estudos em Telecomunicações, o CETUC, a universidade possui larga experiência em pesquisas e projetos em telecomunicações.

As principais áreas de pesquisa são: antenas, propagação, comunicações móveis, comunicações via satélite, processamento de sinais, micro-ondas e optoeletrônica. As atividades relacionadas às comunicações sem fio é liderada pelo grupo de radiopropagação, que atua ativamente com a Anatel e com setores internacionais de radiocomunicação no desenvolvimento de estudos para sistemas de comunicações nas bandas Ka e Ku, e sistemas de navegação por satélite para a European Space Agency.

Em parceria com o Inmetro o grupo conduz pesquisas em comunicação digital para os sistemas brasileiros de TV e de rádio Digital, e lidera os trabalhos de propagação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação sem Fio (INCT-CSF). O grupo também atua em projetos com a Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo e desde 1998 trabalha com o Comando da Aeronáutica.

PUC-Rio

A equipe do CETUC é composta de 19 professores doutores e mestres em ciências, uma equipe de pesquisadores associados, engenheiros e alunos de doutorado e mestrado que desenvolvem suas teses nos laboratórios do centro. Ao longo dos anos esta equipe realizou diversos projetos para empresas nacionais e internacionais como: Abinee, Qualcomm, Communications Research Centre, ONERA, Intelsat, Iridium, Oi, Sky, Telebrás e Petrobras.

Em projetos com foco em IoT, além do Departamento de Engenharia Elétrica, onde está situado o CETUC, também participam os Departamentos de Informática, Engenharia Industrial e de Direito. A universidade já iniciou dois projetos. Um na área da saúde para a otimização da infraestrutura hospitalar e outro para gestão do ambiente rural para a agricultura de precisão.

Com sua expertise na área de telecomunicações, a PUC-Rio abre seus laboratórios para a realização de pesquisas relacionadas à internet das coisas, incluindo o seu corpo técnico, através da parceria com a American Tower, Everynet e a BandTec Digital School na iniciativa IoT Labs. A PUC-Rio ainda pode oferecer cursos, seminários e treinamentos em temas relacionados à infraestrutura de rede da American Tower.

“A parceria da PUC-Rio com a American Tower, promovendo o acesso a infraestrutura de rede LoRaWANTM, permitirá desenvolvimentos e a difusão do conhecimento sobre a tecnologia, no tocante aos aspectos de conectividade e de integração e configuração de dispositivos sensores na Rede, permitindo a ampliação do ecossistema de soluções relacionadas ao conceito de IoT e a contribuição para o desenvolvimento tecnológico e científico do país”, comentou Marta de Almeida, PhD em Engenharia de Telecomunicações e Pesquisadora CETUC/PUC-Rio.

Se você é do ecossistema do Rio de Janeiro e região e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do CETUC/PUC-Rio, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse www.cetuc.puc-rio.br para saber mais!

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IBTI

IBTI trabalha na transformação digital dos negócios

O Instituto Brasília de Tecnologia e Inovação – IBTI, localizado na capital brasileira, trabalha na promoção de pesquisa, no desenvolvimento tecnológico e na promoção do empreendedorismo. Sua localização estratégica favorece o desenvolvimento científico. O IBTI está instalado no Parque Tecnológico de Brasília, espaço criado para oferecer um ecossistema de inovação, cooperação e geração de negócios entre empreendedores, empresas, universidades e centros de pesquisa.

Além da pesquisa na área de inovação tecnológica, o instituto realiza consultorias para empresas já consolidadas e empreendedores que ainda estão iniciando seu negócio. O IBTI também possui uma incubadora de projetos para ajudar o desenvolvimento das organizações de maneira mais assertiva e duradoura. Para favorecer a geração de emprego e renda são oferecidos treinamentos em áreas de conhecimento de tecnologia.

Na última grade foi ofertado o curso com certificação em arquiteto de internet das coisas. A formação contribui para que os profissionais habilitados possam projetar e fornecer soluções com foco no ecossistema de IoT. O treinamento possui metodologia e certificação da Arcitura Education, líder global em formação na área de tecnologia da informação.

A principal competência do IBTI está na habilidade para transformação digital do negócio. No instituto são desenvolvidos diversos serviços em TI, aplicação para desenvolvimento de hardware, implementação do conceito de internet das coisas, desenvolvimento de software e interoperabilidade de sistemas. As soluções contribuem para que as organizações possam tomar decisões assertivas de maneira antecipada, tornando a organização mais eficiente.

O IBTI possui parcerias com a Microsoft Partner, Arcitura, Biotic, IPD Eletron, P&D Brasil, e a American Tower com o IoT Labs, além de ser membro da LoRa Alliance. Também possui em sua carteira trabalhos realizados para Intelbras, NHS sistema de Energia e Henry Equipamentos. Na área de desenvolvimento de projetos o instituto está trabalhando em soluções com foco em cidades inteligentes utilizando sensores habilitados para infraestrutura de rede LoRaWAN® da American Tower.

Um dos projetos desenvolvidos pela equipe do IBTI com a tecnologia LoRaWAN identifica de maneira precisa qual caixa de emenda de fibra ótica foi violada ou retirada do local. Os dados são compartilhados em tempo real. A tecnologia garante agilidade e assertividade para que as operadoras possam restabelecer as conexões interrompidas em um curto espaço de tempo. Também estão sendo feitos testes com dispositivos para localização de frota. O sensor cria uma linha do tempo de todo o trajeto, enviando dados a cada 3 minutos.

“O uso da infraestrutura de rede LoRaWAN para aplicações IoT de baixo consumo e baixa taxa de informação é bastante recorrente atualmente. A parceria com a American Tower, promovendo o acesso à sua rede, nos permitiu sair do campo das ideias e partir para uso da tecnologia LoRa por todo o Distrito Federal, provendo uma ótima cobertura. Além disso, nos possibilitou a validação do longo alcance dessa tecnologia e nos permite desenvolver diversas aplicações em cidades inteligentes”, afirmou Nícolas Silva, Desenvolvedor de IoT no IBTI.

Se você é do ecossistema de Brasília e região e tem interesse em desenvolver projetos de IoT, aproveitar o suporte técnico e a expertise do IBTI, além da tecnologia da Rede ATC LoRaWAN, acesse http://ibti.org.br/ para saber mais!

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futuro da IoT

Especialistas debatem o papel e futuro da IoT

A internet das coisas no Brasil e no mundo possui inúmeros desafios. Quem trabalha com o ecossistema sabe melhor do que ninguém o quanto ainda temos de avançar em dispositivos, conexão, bateria, segurança, mão de obra qualificada e por que não automação completa e intersistêmica.  Não há limites para o que se pode fazer ou esperar de um futuro onde dispositivos inteligentes facilitarão nosso dia a dia na indústria, no campo, nas cidades e em casa.

Esta afirmação foi feita em uma live que reuniu profissionais de diferentes setores que em comum trabalham com o desenvolvimento da Internet das Coisas. Mediada pelo professor Waldomiro Loyolla, fundador do E2D 500 com a participação de José Carlos De Souza Junior, Reitor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia e empresário na área de Inteligência de Dados e Base de Conhecimento; Leandro Nunes, gerente em IoT na American Tower e Nilton Gomes Valente, Sócio diretor da VAGON Engenharia e da VAGON Eletrônica.

Quando falamos em IoT é preciso observar que ela possui uma característica interessante e talvez única quanto ao mercado. Aqui diversos parceiros trabalham de maneira colaborativa como fornecedores, colaboradores e às vezes dependentes de parceiros que também são concorrentes. Isso só é possível porque o setor compreende que os dados se tornaram o novo petróleo.

Para o gerente da American Tower a vantagem competitiva de se utilizar a Internet das Coisas está no acesso aos dados cruciais para aumentar e melhorar a produtividade do empreendimento. Com acesso a maior quantidade de dados, de forma mais facilitada, mais rápida e assertiva essa empresa passa a frente daquelas que estão tentando se adaptar com processos obsoletos.

“O ecossistema de IoT é uma cadeia extremamente densa com vários tipos de parceiros que vão desde os fornecedores dos componentes básicos e eletrônicos utilizados para a construção dos dispositivos que levam os dados para internet, até as camadas mais sofisticadas, como analytics. Tendo em mente que a IoT é um meio de coleta de dados para que a gente trabalhe com essas informações de forma inteligente e assim tirar insight para o nosso dia a dia”, comentou Leandro Nunes.

Operando de maneira colaborativa para que o ecossistema se desenvolva cada vez mais há espaço para todos no mercado. Segundo Valente o potencial para dispositivos com base em IoT ultrapassa 1,5 bilhões de unidades, apenas no Brasil. Algumas verticais estão bem definidas como: monitoração de setores ambientais e industriais com potencial para mais de 190 milhões de dispositivos; rastreamento com mais de 230 milhões; medição 270 milhões; Smart City supera 290 milhões; segurança com potencial acima de 210 milhões.

O agronegócio é a vertical com maior potencial para dispositivos superando os 380 milhões, ainda que essa seja a área com maior carência de tecnologia. Porém, nos últimos anos mais dispositivos chegaram ao setor. “As áreas de engenharia civil, engenharia mecânica, engenharia de produção e controle de tráfego tem potencial muito grande, mas também estão carentes de disponibilidade de dispositivos”, salientou Valente.

Quanto ao futuro da IoT José Carlos, Reitor do Instituto Mauá de Tecnologia, é pragmático. Assim como a internet criada no século passado não se compara ao que se tornou nos dias atuais. O reitor acredita que no futuro próximo o ecossistema de IoT irá se distinguir muito do que temos hoje.

Entender o ecossistema desde desenvolver o dispositivo eletrônico, avançando todas as etapas até chegar ao modelo de negócio não é fácil. Por isso aqueles que se preparam nos centros de formação precisam focar em uma área de conhecimento e se conectarem a outros profissionais de outras áreas de conhecimento para que consigam oferecer solução para coisas complexas.

Por fim, voltamos ao consenso de que não há limites para a internet das coisas. Não se pode prever como será o mundo com bilhões de dispositivos conectados gerando dados para insight que melhorem a qualidade dos processos de produção e de qualidade de vida. Como comentou Leandro Nunes, podemos ter uma comunicação intersistêmica onde, por exemplo, prevendo o atraso das linhas de ônibus, o dispositivo de GPS da companhia de transporte envia a informação para o despertador de um usuário, alterando o horário de acionamento, sem a interferência humana no processo. O quão perto estamos desse futuro?

Para assistir a gravação do webinar, clique aqui.

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Entrevista de Mônica Craveiro, da startup Fuse IoT

Não desistam: pode ser difícil, mas somos capazes!

Nesta entrevista, Mônica Craveiro mostra os desafios que enfrenta no desenvolvimento de soluções IoT.

Conte-nos um pouco sobre sua área de formação e trajetória profissional. 

Sou bacharela em Sistemas de Informação e Matemática. Minha carreira começou na área de Dados. Trabalhei com Planejamento e MIS e atualmente trabalho com Business Intelligence, além de IoT. Como meu background era Dados, nunca tinha me interessado por tecnologia, até que precisei cursar uma graduação na área técnica. Foi quando conheci a área de Programação e me interessei por ela. Após me formar, procurei me especializar e participei da 1ª turma de Front-End do [des]programe e da turma de FullStack da {reprograma}, também participei da turma de WebFullStack da DigitalHous. A partir daí, comecei a me envolver bastante com Comunidades de TI e, além de participante, também sou palestrante em diversos eventos ligados à Tecnologia, como hackatonsworkshops, palestras, painéis, congressos, conferências, bootcamps etc. Fui também professora voluntária de programação em turmas de desenvolvimento Front e Back-End exclusiva para mulheres e desenvolvi alguns projetos pessoais. Recentemente conheci a área de IoT, por meio da FuseIoT, e estou estudando muito para poder aplicar meus conhecimentos em desenvolvimento e ajudar IoT a crescer.  

Qual sua maior inspiração profissional? 

No meu ainda curto caminho em Tecnologia, conheci muitas pessoas que me inspiram até hoje. Mas acho que a primeira pessoa foi minha professora do [des]programe, Cristina Luz, que praticamente me empurrou quando nem eu acreditava em mim. Vão faltar linhas para citar todas as mulheres maravilhosas que estão na minha vida, ainda me ajudam e me inspiram de alguma forma. Também preciso citar Murilo Silva, que acredita em mim, me incentiva, apoia, ensina e me mostra que sou capaz sim e posso muito mais do que penso, além de me apresentar ao mundo de IoT. Eterna gratidão a todos!  

Quais foram os maiores desafios que você enfrentou ou enfrenta na sua profissão por ser mulher? 

Já enfrentei bastante coisa por ser mulher nessa área, que é em sua maioria masculina. Um grande desafio é sempre ter que provar que é capaz e saber sobre o que está falando, pois sempre colocam em prova sua competência. Aos poucos, vamos provando e mostrando que temos tantas habilidades como qualquer um. 

Como você enxerga o cenário de IoT no Brasil e a atuação da mulher nesse nicho específico? 

IoT é um mercado que está em grande crescimento. Como tudo está no começo, é um grande prazer participar dessa evolução e poder ajudar a construir esse cenário. Justamente por isso que é importante termos diversidade, para que a área cresça e evolua com uma mentalidade mais aberta e assim possa alcançar melhor desenvolvimento. 

Quais conselhos você daria às mulheres que estão começando a trabalhar com tecnologia e IoT?

Não desistam: pode ser difícil, mas somos capazes! Estudem muito, conheçam pessoas, se especializem e pensem no seu foco e objetivos. Não deixem que nada as desviem nem criem barreiras para vocês mesmas. Ocupem seus lugares! 

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Prefeitura do Rio de Janeiro

American Tower assina acordo com Prefeitura do Rio de Janeiro para uso de rede neutra IoT

A Prefeitura do Rio de Janeiro assinou acordo com a operadora de infraestrutura American Tower para utilizar a rede neutra de Internet das Coisas da companhia. A parceria, fruto da estratégia da empresa de diversificar serviços e fluxos de receita, tem como objetivo promover soluções de cidade inteligente, integrando a rede de IoT com o Centro de Operações (COR) do município.  

Na parceria, a American Tower já está utilizando uma solução, em parceria com a startup carioca Noah: gestão de inundação em pontos críticos da cidade. A solução foi desenvolvida na primeira fase do Programa de Inovação COR, vencida pela startup pela “relevância do desafio endereçado e eficiência na execução”. 

Clique aqui para ler mais na matéria publicada na Teletime.

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